Aids e o outro

A Aids, invadiu o mundo de forma veloz e intensa, causando em nós um misto de medo, perplexidade e até incredulidade. Hoje ''adjetivada'' de pandemia, a Aids não é mais sinônimo de morte, e nem o HIV sinônimo de grupo de risco, mas continua sendo um tabu, um assunto delicado de se falar abertamente. Frente a este contexto, podem existir dois caminhos: um, a negação em função do medo; outro, a consciência a serviço da realidade e do compromisso social.
Como entender tal conflito se ainda é um tabu em sua família estes assuntos. Por outro lado, teriam as unidades escolares como apoio para auxiliar no entendimento destas questões. Mas o que podemos constatar é que ainda na sua grande maioria estas unidades de referência continuam despreparadas para atender a esta problemática, por falta realmente de um olhar mais aproximado e humanizado para estas pessoas, desprovido dos preconceitos que norteiam nossa atual cultura educacional.
Para alavancar uma discussão mais ampla sobre este grau de vulnerabilidade individual e social faz-se necessário não mais enfrentar a problemática da epidemia de HIV com distribuição de preservativo, folders informativos, as igrejas fazendo de conta que os adolescentes só irão transar depois do casamento. É sonho! Só este ano tivemos 7 garotas e 3 rapazes (entre 13 a 19 anos) diagnosticados com Aids no município de Londrina.
Parabenizamos novas propostas das igrejas e escolas que estão participando da educação com uma visão maior do que é o ser humano e suas nuances, levando em conta tudo que vivemos hoje e não podemos mais esconder com toda a erotização que estamos vivenciando através da mídia. Temos sim que proporcionar espaços de convivência, cultura e lazer para integração de jovens e adultos, pois todos somos responsáveis pelas mudanças vividas no século XXI.
PAULO WESLEY FACCIO (coordenador da comissão de prevenção à Aids da ALIA - Associação Londrinense Interdisciplinar de Aids) - Londrina

Solistas de Londrina

Obviamente não poderia deixar de me manifestar sobre o belíssimo trabalho representado pelo CD ''Imagens Brasileiras'' realizado pela Orquestra de Câmara Solistas de Londrina, um grupo de músicos afinadíssimos que nada deixa a desejar em relação aos melhores internacionais do gênero. Com uma esmerada seleção de obras os ''Solistas de Londrina'' resgatam criações inéditas de Carlos Gomes, Nepomuceno, Villa-Lobos, Guerra Peixe e Ernani Aguiar. De parabéns o casal de músicos Irina e Evgeni Ratchev responsáveis pela formação dos ''Solistas de Londrina'', um grupo que representa de forma sobeja o talento desse grupo de músicos londrinenses. Mais que merecido e em boa hora, o laurel conferido pela ''TIM'' aos ''Solistas de Londrina'' a quem cumprimentamo efusivamente pela iniciativa.
ARISTIDES A. J. MAKOWICH (médico e musicólogo) - Arapongas

O Brasil da miséria

O nosso Brasil é um país real porque ele sofre de miséria. Na realidade, ele desperdiça muita comida sem dar aos pobres. Isso torna nosso país real. O Brasil ideal é o país solidário. Ao invés de jogar comida fora ele dá aos pobres. Isso sim que é um Brasil ideal, porque quanto mais de dá, mais se tem. O Brasil não mostra a nossa dificuldade em aprender a dar e não deixar estragar. Brasil melhore nisso que nós seremos o país mais solidário do mundo.
GUILHERME AUGUSTO PINTO (estudante de 9 anos) - Londrina

Câmara cumprimenta

Por iniciativa da vereadora Márcia Lopes e dos vereadores Leonilso Jaqueta, Orlando Bonilha e Paulo Arildo, a Câmara de Vereadores de Londrina congratula a Folha de Londrina pela edição da Folha Rural, de 26 de julho, que trata do trabalhador rural como importante membro da sociedade que abastece a mesa dos demais cidadãos.
ORLANDO BONILHA (presidente da Câmara de Vereadores) - Londrina

Festival agradece

Em nome do secretário municipal de Cultura e presidente do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto, Ruy Dias Sampaio, e de toda a equipe de assessoria de imprensa do evento, agradeço a presença e cobertura jornalística da Folha de Londrina na terceira edição do Festival, ocorrida em Rio Preto, entre 17 e 27 de julho. O trabalho deste veículo contribuiu de maneira significativa para a divulgação do Festival. Permitiu que atingíssimos nossa meta, possibilitando parâmetros para análise crítica, revisão e avaliação do mesmo, vislumbrando futuras edições.
MIRNA DE LIMA SOARES (coordenadora de Comunicação do Festival Internacional de Teatro de Rio Preto) - São José do Rio Preto (SP)

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