Dia do Agricultor
Embora nunca tenha morado na roça, nasci e cresci vendo meus pais, avós e muitos familiares fazendo a vida a partir da terra e de tudo de bom que ela produz, tanto materialmente quanto espiritualmente. E até hoje quando nos reunimos na casa da vó Helena, com 93 anos, que durante muito tempo nos levou para o sítio, falamos e cantamos os versos da vida do campo. Fazemos o possível para transmitir esse aprendizado aos nossos filhos e netos.
Por isso, o Dia do Agricultor, comemorado ontem dia 28 de julho, deveria ser muito celebrado e todos os 14 milhões de homens e mulheres do campo, reverenciados como os verdadeiros artesãos da natureza que faz brotar, florir, produzir e alimentar todos os seres humanos e os animais.
Vivendo num país como o Brasil, que deve produzir 120 milhões de toneladas em grãos, além das muitas alternativas que o campo pode oferecer em termos de trabalho, qualidade de vida e desenvolvimento sustentável na relação com o mundo urbano, não devemos mesmo nos conformar nem com a fome de milhões de brasileiros, nem com o desânimo e decepção dos agricultores pelas condições históricas de não reconhecimento e valorização a que foram submetidos.
Tenho muita esperança na transformação dessa realidade. Faço ainda menção especial à Edição de 26 de julho da Folha Rural, que de forma emocionante, abrangente e muito articulada retratou as experiências, a história e o significado da vida do campo nesse nosso Paraná. Parabéns. E a cada agricultor desse país com terra e ainda aos milhões sem terra, todo respeito e admiração pela luta e resistência.
MÁRCIA LOPES (vereadora do PT) - Londrina

Dia do agricultor 2
Londrina, o Paraná e o Brasil têm como uma das principais marcas a agricultura, à qual gera milhões de toneladas de produtos destinados à mesa dos consumidores ou para as indústrias de transformação, quer seja para o mercado interno ou para tantos outros países do mundo. E com isto, milhares de empregos, bilhões de dólares para oxigenar a economia. Enfim, um setor que mesmo em momentos adversos da conjuntura nacional dá exemplos de sucesso e otimismo.
E neste contexto estão os homens e mulheres que fazem da agricultura a ''a arte de lidar com a terra''. Nada mais justo que dedicar-se uma data comemorativa a estes milhões de agricultores e agricultoras - 28 de Julho. Certamente que a maioria desconhece esta data e por isso é importante que seja divulgada e comemorada, pois a estas pessoas tão importantes em nossa sociedade devemos agradecimento e compromissos que possam incentivá-los cada vez mais a produzir e gerar tantas coisas boas para nossa sociedade.
NILSON ROBERTO LADEIA CARVALHO (Secretário Municipal de Agricultura e Abastecimento) - Londrina

Cadê a torcida do LEC?
O currículo do adversário é dos mais atrativos. Um dos grandes do futebol brasileiro, o Botafogo de Futebol e Regatas é o líder do campeonato. Atuando como visitante acumula quatro vitórias, um empate e uma derrota. O Londrina Esporte Clube (LEC) surpreende positivamente nesta temporada. É o nono colocado e possui o melhor aproveitamento como mandante dos jogos. É também elogiável a aplicação tática e vontade apresentada pelos jogadores do LEC durante as partidas. Aos torcedores do Tubarão e amantes do futebol, o jogo tornou-se um prato cheio para o sábado. A expectativa girava em torno de 20 mil torcedores no estádio. Nem mesmo o inapropriado horário das 21h40 parecia atrapalhar.
O público pagante, pouco mais de 8 mil pessoas, foi decepcionante e incompatível com a grandeza do evento. Quem não compareceu ao estádio perdeu um belo jogo. O Londrina sonha retornar à elite do futebol brasileiro. A classificação entre os oito primeiros é o objetivo inicial e correto. Trabalhar com os pés no chão, com união e com foco no objetivo. Porém, é necessária uma mobilização maior da cidade e região, do poder público e da iniciativa privada em prol do Tubarão.
RODRIGO FERRACINI (estudante) Londrina

Cientistas Sociais
Quero parabenizar, por meio deste renomado jornal, o artigo publicado no dia 25/07, intitulado ''Os Cientistas Sociais e a educação escolar'', escrito pela professora Ileizi Luciana Fiorelli Silva, do curso de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Londrina (UEL). De maneira justa, ela defende a inclusão dos profissionais licenciados e habilitados regularmente pelo Ministério da Educação (MEC) para assumir o cargo sagrado de professor.
Com a realização do último concurso público, realizado para provimento de cargo de professor feito pela Secretaria de Estado da Educação, esses Cientistas Sociais não poderão assumir suas funções porque tiveram seus direitos lesados. Como disse a professora Ileizi, é um desrespeito máximo às instituições que oferecem o curso de Ciências Sociais, como a UEL que completa 30 anos de existência. Parabéns professora Ileizi pela iniciativa de tornar público este assunto.
CARLOS ALBERTO JOÃO (sociólogo) - Londrina

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