Filas em bancos
Pesquisa realizada pelo Procon de Maringá, entre os dias 23 de abril a 23 de maio, nas agências bancárias daquela cidade revela que embora a maioria tenha como meta atender os clientes em 20 minutos, como determina a lei municipal 5.365 em vigor desde agosto de 2000, algumas ainda não atingiram este objetivo. Segundo a pesquisa, há agência onde o atendimento do cliente demora em média 45 minutos.
Importante observar que 45 minutos é média! Isto quer dizer que existem excessos de até horas. A falta de respeito ao atendimento e filas ocorre também aqui em Apucarana. Ainda somos obrigados a usar outras filas nas casas lotéricas ou farmácias para pagar água, luz, telefone, etc.
Estamos sendo massacrados financeiramente e vitimados pelo estresse das longas filas bancárias diante das máquinas computadorizadas. Apesar dos lucros fabulosos, os bancos demitiram cruelmente grande parte dos funcionários e preferem investir em propagandas enganosas.
O brasileiro é dependente de banco para tudo. Tanto somos envolvidos e manipulados que deixamos de produzir em troca de filas. Os banqueiros deveriam responder aos seus concorrentes com bom atendimento e calor humano, investindo parte dos seus lucros em mais empregos ao invés de computadores e robôs, dando melhores condições de vida aos seus funcionários para que esses possam ao menos ''respirar'' durante o trabalho e nos encarar como gente. Pois poucos desses funcionários, vítimas do estresse, respeitam os clientes. Certamente nós, clientes e usuários forçados, diante de um melhor atendimento faríamos a melhor propaganda dos bancos.
OSMAEL CHIAVELLI PUGA (comerciante) - Apucarana

Paz entre religiões
Quando um não quer, dois não brigam. Com este ditado popular caracterizamos bem a situação no médio oriente, entre árabes e judeus, ou entre palestinos e israelitas. Há séculos disputam quem tem o privilégio de ser o povo escolhido: Jeová ou Alah. Na realidade, uma ou outra expressão significa a mesma coisa para povos de cultura e língua diferentes. Os árabes maometanos declaravam: Alah é Deus e Maomé é seu profeta. Para os cristãos, Jesus é o filho que veio para tirar os pecados do mundo. Os israelitas ainda esperam o seu Messias. Como se deduz, a disputa existe há milhares de anos, terminando em paixões e ódios, e não se resolve com guerras.
Poderá acontecer num dado momento, quando as lideranças religiosas, se decidam encontrar e acertar pontos de vista comum. Por exemplo: Sua Santidade, João Paulo II, mais o supremo rabino dos judeus, mais os patriarcas maometanos, em mesa redonda poderiam elaborar um projeto de paz, determinando instruções às respectivas lideranças religiosas e aos seus seguidores, no sentido de eliminarem suas disputas religiosas em favor de uma união visando esclarecimentos, utilizando-se tão-somente das armas da razão, e da persuasão, substituindo-as pelo aperto de mãos, com um pacto duradouro de amizade, tolerância e compreensão, eliminando-se de uma vez eslogans guerreiros, como ''guerra santa'' e ''fanatismo religioso'' que obscurece o domínio do bom-senso.
JOÃO DIAS AYRES (médico) - Londrina

'Leão do Vale' pede apoio
Neste domingo inicia-se o hexagonal final do Campeonato Paranaense da Série A-1 que apontará as duas melhores equipes que irão integrar a divisão de elite em 2004. Foram dois meses e meio de muita luta, que culminou com o coroamento do objetivo traçado pela diretoria do Cianorte Futebol Clube: a conquista invicta do primeiro lugar no Grupo B. Para dar continuidade ao trabalho e alcançar o objetivo, alguns empecilhos irão fatalmente ocorrer, como cartões e contusões. Para superá-los, no entanto, é necessário ter um elenco de profissionais de qualidade e, neste quesito, orgulhamo-nos muito em tê-lo. É preciso, entretanto, muita abnegação, amor à camisa nas acirradas disputas e, como diz o ''velho ditado popular esportivo'', colocar o coração no bico da chuteira. E este conceito, caro torcedor, os nossos jogadores têm.
É necessário agradecer e parabenizar o técnico Agenor Piccinin, seus comandados e todos os funcionários do clube. Afinal, cada um tem dado a sua parcela de colaboração. Apesar da brilhante campanha feita, nenhum privilégio nos foi dado. E, com isto, não ganhamos nada ''ainda'', pois uma nova fase vai começar com todos os times desejando alcançar o mesmo objetivo: ser campeão.
Porém, temos certeza de que se depender do esforço, garra, brio e determinação de todos os componentes do Cianorte, desde o seu presidente e diretoria, comissão técnica, elenco, colaboradores, até o mais simples funcionário, iremos conseguir nossa qualificação à primeira divisão. Para isso, precisamos também do apoio do fanático torcedor leonino. Ao receber incentivo, calor humano e a confiança, nossos jogadores ''contagiados'' responderão com luta e vibrarão com a conquista de pontos importantes para a nossa agremiação. Nesta fase decisiva necessitamos mais do nunca da participação do torcedor. Que Deus nos ajude a realizar este sonho.
MARCO ANTÔNIO FRANZATO (presidente do Cianorte Futebol Clube) Cianorte

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