CARTAS
Futuro do País?
É notável e preocupante o crescimento de universitários pegos com drogas ilícitas registrado ultimamente em Londrina. O engraçado é que na maioria das vezes estes estudantes não precisam desta renda extra. São de famílias de classe média que residem em outras cidades e apostam em seus filhos sustentando-os fora de casa para que aproveitem todo o tempo disponível estudando. O dinheiro fácil atrai estes estudantes que muitas vezes são usuários ativos e não levam muito a sério o tráfico. Eles acreditam que por participarem de um outro nível social não estão sujeitos à prisão. É uma outra realidade. O interessante para os traficantes que se utilizam destes ''repassadores'' é que eles já possuem uma certa ''carteira de clientes'' formada. São influentes na universidade e participam de festas onde a droga corre solta.
EDSON PAULO DE CARVALHO JÚNIOR (profissional de Marketing) - Londrina
Mãe de Deus agradece
Em nome de todas as irmãs, alunos, professores e pais de alunos do Colégio e Instituto Superior de Educação Mãe de Deus, agradecemos a manifestação de apreço da Folha por ocasião da Comenda Ouro Verde, homenagem a nós concedida pela Prefeitura e Câmara de Vereadores de Londrina. A história da Obra de Schoenstatt em Londrina, alicerçada na fé cristã e nos princípios pedagógicos de Pe. Kentenich foi construída, lado a lado, com a comunidade londrinense que nos acolheu e trabalhou conosco, fazendo parte da história do Colégio Mãe de Deus. Por tudo isso, agradecemos particularmente a todos os que contribuíram para a realização desta homenagem. No Santuário da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, retribuímos com nossas orações.
IRMÃS ANE GONÇALVES E DIONEIA LAWAND (Superiora das Irmãs de Maria e Diretora do Colégio Mãe de Deus) - Londrina
Política ambiental
A reportagem publicada na Folha de Londrina de 5 de junho sobre a gestão dispensada ao meio ambiente na cidade (Folha Especial) diverge totalmente da realidade. Basta um acompanhamento mais atento dos eventos democráticos ligados ao meio ambiente que têm ocorrido na cidade para se constatar o que é gritante: a Sema (Secretaria do Meia Ambiente) está mergulhada em falta de aparato técnico e incompetência, a Agenda 21 de Londrina por enquanto só existe no papel, e as melhores ações realmente benéficas ao meio ambiente têm partido, como sempre, da iniciativa comunitária.
Essas são conclusões tiradas de reuniões públicas realizadas na Câmara de Vereadores nos dias 27 de março e 24 de maio (audiência pública sobre a Agenda 21) nas quais se fizeram presentes diversas lideranças comunitárias realmente representativas do meio ambiente na cidade.
A ''participação'' e ''visão integrada'' a que o secretário de meio ambiente se refere só existem na página do jornal pois a realidade é que as diversas secretarias municipais têm enorme dificuldade de integração e a maior parte das reivindicações da população são engavetadas por pura falta de capacidade para atendê-las, realidade revelada diante de diversas lideranças comunitárias por ocasião da I Oficina de Educação Popular em Saúde e Meio Ambiente realizada em 22 de março na Região Sul pela Comissão de Estudos sobre Educação Popular em Saúde e Meio Ambiente de Londrina, da qual faço parte.
Reportagens como essa constituem um desserviço à população pois informam de uma realidade que não existe, e assim, beneficiam a incompetência.
MÁRCIA CAROLINE PORTELA AMARO (coordenadora do Fórum de Debates sobre Tratamento e Reciclagem do Lixo) - Londrina
Nota da Redação: A Folha respeita a opinião da leitora, que tem o direito de discordar da política adotada pelo município e de criticar a forma como a Secretaria do Meio Ambiente vem sendo conduzida. Mas em momento algum a reportagem procurou mostrar uma realidade que não existe. Ao contrário, como espaço democrático, o jornal permite que opiniões sejam publicadas e que vozes discordantes, como é o caso da coordenadora, se manifestem.
Correção
- Por erro de digitação, a reportagem ''Corregedoria investiga denúncia contra policiais'', publicada na página 4 do caderno Folha Cidade da edição de ontem, deixou truncados os supostos valores que estariam sendo cobrados por um policial para liberar porte de arma. O certo é que estaria sendo cobrado valores entre R$ 400 e R$ 600.
- Diferentemente do informou ontem a matéria ''João Paulo nega 'acórdão' para barrar criação de CPI do Banestado'', página 5 de Política, o deputado federal Paulo Bernardo pertence ao PT do Paraná. Ainda na mesma matéria, frase da legenda atribuída ao deputado paulista João Paulo na verdade foi dita por Paulo Bernardo.
- A palavra espontânea foi grafada incorretamente na matéria ''Nelsinho reage e ataca Luxemburgo'', publicada ontem na página 2 da Folha Esporte.





