Bush, não!

Atualmente é de assustar o teor de imbecilidade que vemos nas programações de TV. Achava que a solução seria a leitura de jornais e revistas, talvez nestes meios teríamos um refúgio de um mundo débil que a mídia televisiva criou. Sábado de Aleluia, nada na televisão, abro a Folha de Londrina, e dou de cara com a seguinte carta do leitor: ''Quero Bush''.
Ao ler a opinião do escriturário Sérgio Toreto não pude me conter e sentei-me ao computador para digitar esta resposta. Ao longo das suas ignóbeis linhas você diz ''Isto mesmo, queremos Bush (...)'', alto lá cara pálida, você quer o cara, eu não quero, e acredito que a maioria dos brasileiros também não. Não quero um presidente com as ''iniciativas'' que você destaca no Bush, hoje ele invadiu o Iraque, com a desculpa das armas químicas, e amanhã? Quem será a próxima vítima da sede imperialista e expansionista ianque? Talvez Cuba, quem sabe a Venezuela. Ou quem sabe seu sonho se realize.
Manchete da Folha: ''EUA invadem a Amazônia'', olha que maravilha caro Sérgio, eles não respeitam a soberania territorial, não respeitam tratados, vamos ter um governo provisório quem sabe um ou dois anos, tempo suficiente para levar o restante das nossas riquezas, assim como fizeram nossos ''patrícios'' portugueses.
A tomada do Iraque representa a falta de respeito que os EUA nutrem pela vida humana na terra e por outras culturas (muçulmana) e mostra uma sede de sangue e poder, comparável às ambições hitleristas e de impérios como o romano, que conquistou e destruiu civilizações na antiguidade. A opinião do leitor Sérgio Toreto reflete parte de uma mídia, que emburrece a sociedade. São pessoas como ele que em nome da ''tradição da família brasileira'' apoiaram o Golpe de 1964 que culminou com a morte de vários brasileiros e contribuiu com o atraso da nação. Defendo um Iraque livre e soberano.

FABIANO JOSÉ DANTAS (estudante) - Londrina


Previdência

Quero parabenizar o advogado de Londrina Arão Moreira Santos Neto pela sua opinião muito esclarecedora publicada ontem na Folha de Londrina, coluna de cartas, intitulada o ''Golpe na previdência''. Pois eu não sabia, até então, que o governo nada contribui para a formação do fundo de previdência do funcionalismo, e que certamente, se viesse contribuindo, como fazem as empresas, haveria hoje superávit e não déficit como se tem propalado.

ANTONIO PEREIRA - Londrina


Transporte Coletivo

Em atenção à carta da estudante da Unopar Fernanda Borges, publicada neste espaço ontem, na qual ela reclama dos horários de ônibus para atender os alunos do período noturno daquela Faculdade, a Francovig esclarece que não há qualquer outra reclamação semelhante registrada na empresa, na CMTU ou mesmo na Unopar. Esclarece ainda que os veículos que atendem à linha 202, via Paris, saem do Terminal Central às 18h32, 18h37, 18h50 e 18h56, horários que atendem as necessidades dos estudantes, que iniciam as aulas às 19h10. Além destes horários via Paris, cujos veículos param em frente à faculdade, há ainda o via Verona, que sai do Terminal Central às 18h22 e 18h44. O ponto destes carros fica a três quadras da Unopar, mas se o estudante quiser parar mais perto pode aguardar o veículo dar a volta no bairro, o que demanda cerca de 10 minutos e o ponto fica a 120 metros da instituição de ensino.

Com relação à saída, considerando que o horário é 22h45, conforme documento fornecido pela Unopar, a Francovig dispõe de um carro que passa em frente à faculdade às 22h52, portanto, sete minutos após o término das aulas. Outro veículo, um articulado com capacidade para 170 passageiros, faz atendimento exclusivo aos alunos da Unopar, iniciando o serviço às 22h30 para atender os passageiros que precisam de conexão no Terminal Central às 23 horas.

A Francovig, junto com a CMTU, sempre esteve disposta a fazer as alterações em horários desde que atenda a maioria dos usuários, afinal a empresa presta o serviço de transporte coletivo.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA FRANCOVIG - Londrina

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