Bandidos 1

Os congressistas estão vendo que o crime organizado no País está cada vez mais forte e de difícil solução para a Justiça brasileira, tendo em vista que os criminosos não têm medo das autoridades e estão mais armados que a própria Polícia. Não adianta colocar a Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, até o Exército, Aeronáutica e Marinha, construir presídios de segurança máxima se as leis são retrógadas e sem força para parar o bandido.

Os PCCs estão mandando nos homens que comandam a Segurança no Brasil. A cada dia que passa a família brasileira está insegura, são sequestros relâmpagos e matança de cidadãos a todo instante. Os congressistas só têm uma única saída. É mudar esta lei rídicula que só serve para fortalecer o bandido. É a criação da pena de morte para crimes hediondos.

Os congressistas têm que deixar este moralismo de lado e partir para a realidade, porque o Brasil já não aguenta mais e sabem por que senhores deputados e senadores, os donos da lei, porque os bandidos estão gozando dos senhores e de toda a sociedade brasileira.

GILBERTO DE SOUSA GOMES (professor) - Astorga


Bandidos 2

Bandido não quer paz. E nem comida ruim e nem roupa rasgada. E nem conversa com a sociedade. Só almeja pilhagem e destruição. Nada mais inútil, e sem beira, do que as marchas pela paz e pela não-violência em nosso País. Os bandidos soltam imensas gargalhadas quando, pela televisão, vêem aqueles jovens, mulheres e crianças, de lencinhos brancos, e bandeiras com frases adocicadas e inofensivas tipo '' tudo pela paz, diga não à violência, respeite o direito dos outros, a vida é paz, curta a paz'', etc.

Os Estados Unidos sempre souberam, para defesa de suas famílias, qual o caminho a seguir. Nunca aceitaram ameaça: o exemplo do Bin Laden é típico. No reino da democracia, a pena de morte é a excelência na resposta. O bandido atacou, o troco vem pesado, sanguinolento, radical e permanente.

Bandido não quer paz no Brasil. Ele não entende esta linguagem. Está tão deteriorado, moral e espiritualmente, que sua capacidade de ver o lado bom da vida está, irremediavelmente, perdida. A hora é de irmos à guerra; toda a sociedade contra eles, onde quer que estejam.

RENZO SANSONI (médico) - Uberlândia (MG)



O abandono em Foz

Os menores em Foz do Iguaçu, como em muitas outras cidades brasileiras, não estão sendo tratados com a devida seriedade por parte de nossas autoridades.
Vemos, nos semáforos e esquinas, inúmeros deles perambulando e mendigando, para comprarem substâncias entorpecentes, sobrevivendo assim na mais das desumanas condições.
A população acredita que os diversos delitos praticados por estes infratores, ocorridos nessa cidade são única e exclusivamente culpa das polícias, dizendo ainda que há falta de uma política séria de segurança pública. Enganam-se!
Quando da ocorrência desses delitos o poder público cumpre o seu ''papel'', recolhendo-os encaminhando-os até a delegacia competente.
A aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente por parte dos órgãos de segurança pública são seguidos à risca sob pena de responsabilidade.
O mesmo estatuto prevê ainda que os crimes praticados com o emprego de grave ameaça ou violência deverão seus autores ser custodiados (presos), em estabelecimento destinado para tal fim. Ou seja, os outros delitos tais como o furto e a receptação, onde não há emprego de violência e nem grave ameaça, serão eles somente qualificados, ouvidos sobre o fato delituoso e inseridos de volta na sociedade.
Sem assistência esses menores retornam às ruas e cometem os mesmos delitos estando novamente a poder público com o abacaxi em suas mãos.
Qual a solução? Redução da maioridade penal? Aplicação desordenada de medidas sócio-educativas (pena restritiva de liberdade)? Construção de mais estabelecimentos (prisão) para custodiar esses infratores? Expedição de mandados de busca e apreensão? Prefiro acreditar ainda que somente uma ação consciente e séria de nossos governantes e da sociedade civil organizada poderá resolver esse abacaxi, pois só assim não tomaríamos medidas drásticas e inúteis como as relacionadas anteriormente, as quais não têm surtido nenhum efeito.

FABIANO D'ORANGES VIANA (estudante) - Foz do Iguaçu
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