Uma nova educação
A escola historicamente se encarregou de educar através de métodos no qual o professor apenas transmitia seus conhecimentos aos alunos que apenas observavam e recebiam tais informações para posteriormente memorizarem e mostrarem que haviam aprendido. Hoje o papel da escola e do professor deve ser mudado, pois com tantas tecnologias (Internet e equipamentos como retroprojetor, vídeos, slides) e com os avanços da Pedagogia e Psicologia e as novas descobertas sobre o cérebro humano aliados aos estudos que comprovam deficiências no processo de ensino e aprendizagem, se torna fundamental um novo ''olhar'' para a sala de aula .
A escola também deve se desenvolver e acompanhar estes avanços. O professor também deve evoluir e transformar a escola em uma instituição de seu tempo. Rebeldia dos alunos e desinteresse em sala de aula, podem ser formas de se rebelar contra os métodos utilizados pela escola e seguidos pelo professor. Temos a certeza de que os alunos não gostam de métodos decorativos e pouco dinâmicos. A escola deve fornecer ao professor meios para ele trabalhar da melhor forma possível. O professor, por sua vez, deverá trabalhar de forma adequada estimulando os alunos à aula, despertando neles o interesse.
Nós como professores, que estamos iniciando a carreira, devemos desde já buscar dentro de nossa instituição de ensino modificar e quebrar as barreiras da educação tradicional, é só assim que conseguiremos transformar toda a educação de um país.
JEAN BOTELHO (graduado em Geografia) - Londrina
Quero Bush
Isto mesmo, queremos Bush para presidente do Brasil para estabelecer a ordem nacional e ensinar nossos políticos incompetentes a comandar este país. Alguém que tome iniciativas e cumpre o que fala. George Bush já libertou o povo Afegão, os iraquianos e tomara que o próximo seja os cubanos. Para alguém que tem coragem de derrubar ditadores hedonistas, acabar com a bandidagem e os traficantes do Rio de Janeiro será ''moleza''. Bush já demonstrou que o que falta aos nossos políticos é competência.
SÉRGIO TORETO (escriturário) - Goioerê
Vale a pena ter qualidade?
Um desejo comum em todos os chamados ''consumidores'' é suprir suas necessidades, escolher entre as diversas alternativas do mercado, a que mais atende suas expectativas, para em seguida chegar à compra, que representa a aceitação do produto. O consumidor deve ser considerado como o início e o fim do processo, e é pensando nele que a empresa deve produzir produtos de qualidade, que atendam às suas expectativas. Isso é nada mais que respeitar os direitos do consumidor, mas hoje, algumas empresas têm o discurso de produtos e serviços de qualidade, e se esquecem do pós-venda. É muito fácil dizer que qualidade não é diferencial, e sim obrigação, o difícil é cumprir com a obrigação.
Como funcionários podem buscar a qualidade se seus superiores pouco se importam com isso? Não basta vender, o contato com o cliente, saber das suas necessidades, buscar a superioridade dos produtos, acompanhar a concorrência, tudo isso demonstra a clientes e funcionários a preocupação de atender bem, quer seja o consumidor que escolhe seu produto, como o cliente que fecha grandes pedidos.
Não é preciso ser nenhum especialista para saber que clientes satisfeitos compram mais, recomendam seus produtos e serviços, deixando a empresa competitiva nesse mercado, onde os menos qualificados, tendem a perder sua fatia. O consumidor atual é bem diferente dos de anos atrás, ele sabe da sua importância, e que se um produto não o satisfaz, existem muitos outros a sua disposição. Pensando dessa forma podemos analisar como estamos e projetar para onde vamos, além de nos questionarmos: ''Minha empresa tem qualidade em produtos e serviços?''
FLÁVIO FRANCO DE MOURA (encarregado de expedição) Londrina

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