CARTAS
Planeta Feminino
A mulher, tantas vezes cantada em prosa e verso, não tem sido compreendida na mesma proporção. Da mesma forma, a água, fonte da vida, também não tem merecido a mesma consideração. Neste mês de março, comemora-se o dia Internacional da Mulher e o Dia Mundial da Água.
Através da mulher há a perpetuação da espécie e através da água, a sobrevivência de todos os seres vivos. Uma vertente científica de prestígio comprova que a vida iniciou na água, nos colocando na posição de filhos da mesma mãe-água. Entretanto, será que a humanidade está tratando a mulher e a água com o respeito que merecem?
Em 8 de março de 1857, 159 operárias de uma indústria têxtil de Nova York, foram queimadas vivas dentro da fábrica em represália à greve que reivindicava igualdade salarial e redução da jornada de trabalho. Anos mais tarde, 8 de março passou a ser o Dia Internacional da Mulher, em memória àquelas operárias. Atualmente, mulheres não são mais incineradas, na verdadeira acepção da palavra, mas enfrentam outros problemas que variam de acordo com o seu lugar no mundo e na sociedade.
O dia da água foi instituído em 22 de março, pela ONU, no ano de 1992. Isto mostra a preocupação das autoridades mundiais em preservar e racionalizar o uso da água doce potável. A degradação do meio ambiente, o uso inadequado das águas, tem trazido consequências trágicas e, até mesmo, irreversíveis para o ser humano.
As datas que marcam o dia da mulher e da água são meras arbitrariedades para nos lembrar que todo dia é dia de homenagear a mulher, a água e a vida, pelo amor que representam para a humanidade. A água como fonte de vida, é mãe. A mulher como fonte de amor, é lágrima e suor. Mulher e água se fundem, então, para formar o planeta da vida, para formar o Planeta Feminino.
MIKIO SUKEKAVA - Mandaguari
Parabéns torcida do LEC
Como preparador emocional do Londrina Esporte Clube quero falar sobre a importância que a torcida alviceleste teve nos dois últimos resultados do clube na reta final do Campeonato Paranaense. Foi indescritível! Fiquei tão impressionado no jogo contra o Atlético que resolvi tomar uma atitude. Fui assistir ao confronto contra o Coxa bem no meio da Falange (Torcida Organizada). Fiquei eletrizado! Do começo ao fim adolescentes e jovens gritavam, cantavam e dançavam! Quando menos percebi já estava embalado pela emoção que emanava de suas expressões. Ficamos em pé durante os mais de noventa minutos e não senti a mínima vontade de me sentar.
Minha atitude tinha um motivo claro! Queria perceber, sentir e avaliar até onde a torcida poderia participar no resultado do jogo. Caros amigos, minha conclusão é clara e objetiva. Uma torcida influencia de maneira determinante na performance de um atleta e de um time em uma competição. Ela joga junta! Do começo ao final havia uma confiança pairando no ar. Havia a esperança de que nós ganharíamos. E se não fosse a falha da arbitragem certamente o empate não aconteceria. Quero aqui deixar meus respeitos e sinceros parabéns aos torcedores, principalmente aos meus amigos da Falange Azul! Vocês têm participação importante nos resultados positivos que temos conquistado. Vocês detonaram e nos comoveram!
EDIMILSON HENRIQUES (preparador emocional do Londrina Esporte Clube)
CMTU responde
Em resposta à carta do professor Reinaldo Mathias Ferreira, publicada na edição do dia 05/03, sobre o pesado trânsito de veículos no anel central, gostaríamos de fazer algumas considerações: A cidade de Londrina não foi planejada para comportar a atual realidade do nosso trânsito. A população cresceu rapidamente, assim como a própria frota de veículos, atropelando os planejadores. A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), em conjunto com o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (Ippul), vem fazendo um acompanhamento do trânsito no anel central, estudando alternativas para o problema. A localização do Terminal Urbano, exigindo a passagem dos ônibus nesta área, também faz parte desses estudos. Agradecemos ao prof. Reinaldo pelas suas observações, as quais estamos remetendo à equipe técnica como contribuição.
WILSON SELLA (presidente da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização) - Londrina
Correção
- Diferentemente do que foi publicado no dia 20 de fevereiro, no Caderno Cidade, um acidente com dois caminhões ocorrido na BR-376, resultou na morte do motorista Nelson Montoia Rocha, 44 anos. O outro motorista, Genivaldo Marques da Silva, 34 anos, teve ferimentos médios e foi encaminhado para a Santa Casa de Ponta Grossa.
- Dois títulos publicados ontem na capa da Folha saíram com incorreções. A palavra pênalti (chamada do Esporte) foi acentuada erroneamente e a palavra ninguém (chamada de Cidade) foi grafada sem o ene.





