O poder
Após vários anos convivendo no dia-a-dia com juízes, advogados, promotores, delegados de polícia, oficiais de justiça, políticos, empresários, religiosos, ''banqueiros do jogo do bicho'', ''doleiros'' entre outros, alguns poderosos, outros a serviço da sociedade e do Reino de Deus, não posso chegar a outra conclusão senão a mesma do Apóstolo São Paulo: ''O mundo jas no maligno''. A luta incessante do Ministério Público, bem como de juízes verdadeiramente vocacionados que arriscam a sua própria vida e de seus entes queridos para produzir um mundo melhor e mais justo, esbarra no Império das Trevas, com esquemas de compra de ''habeas corpus'', ''liminares'' ... elaboradas muitas vezes por magistrados que sequer têm legitimidade jurídica e tampouco moral para reformar as sentenças proferidas por seus nobres colegas do juízo monocrático (1º grau de jurisdição), e alguns heróis do segundo grau de jurisdição com milhares de recursos para serem julgados e nenhuma estrutura física e humana.
Mas é melhor ser ''persona non grata'' para os poderosos, e agradar a ''Jesus Cristo'' e seus verdadeiros discípulos, certos de que ''bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque serão saciados'', afinal ''que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma''. Enquanto os verdadeiros ''bandidos'' desta nação estiverem soltos, lavando o ''dinheiro público'', comprando ''autoridades públicas que deveriam defender a sociedade e não destruí-la'' (pessoas estas que não são dignas deste título e tampouco do cargo que exercem), e paradoxalmente os ''pobres trabalhadores'' estiverem encarcerados e humilhados no sistema carcerário e econômico em que vivemos, sistema este demoníaco, capitalista e sem alma, valorizando o Ter e não o Ser, destruindo a esperança e os sonhos do povo, que a cada dia fica mais pobre e sem referencial, não podemos esperar outra consequência senão a violência, mas é chegada a hora da manifestação dos filhos de Deus, e via de consequência, a tão sonhada paz e justiça.
LUCIANO TEIXEIRA ODEBRECHT (advogado) Londrina
Trânsito pesado
Os ônibus urbanos que passam, a partir do Terminal pela Av. São Paulo, Rua Sergipe, Pernambuco e Pio XII, têm sua primeira parada na Rua Pio XII, quase esquina com Pernambuco. Qualquer outro trajeto que não aumente o percurso até essa primeira parada, não causa nenhuma alteração para os passageiros nem, certamente, para a empresa.
Ocorre que no trecho da Sergipe, entre Av. São Paulo e João Cândido, há um acúmulo de ônibus: os que saem do Terminal para esse trajeto e os que, vindo pela Sergipe, entram no Terminal.
Existe também uma sobrecarga de trânsito pesado na Rua Pernambuco, principalmente entre Sergipe e Pio XII. A Rua Pernambuco, continuação da Guaporé, é um extenso corredor que liga a Avenida Brasília (BR-369) à Av. Bandeirantes e, pela Gomes Carneiro, à Av. Higienópolis. Esse extenso corredor é diariamente usado até com certa dificuldade pelos veículos do Corpo de Bombeiros e ambulâncias. Além disso, desde algum tempo e até pelo menos por uns três anos mais, é corredor de transporte de concreto para as obras do edifício que está sendo construído ao lado do Bosque. É também local de estacionamento de caminhões de carga das lojas do Calçadão.
Assim sendo, seria medida importante para amenizar os problemas das ruas Sergipe e Pernambuco a mudança de itinerário dos ônibus que saem do Terminal, fazendo-os transitar pela Av. São Paulo até a Catedral, descendo pela Alameda Miguel Blasi e seguindo pela Pio XII até a parada já existente.
REINALDO MATHIAS FERREIRA (professor) Londrina
Combustível adulterado
Os automóveis se apresentam cada vez mais modernos e com múltiplas opções de conforto, estética e beleza. Essas características fascinam os consumidores, provocando-lhes um êxtase de conforto e bem-estar. A admiração por esse bem tão desejado faz os brasileiros escravos dessa máquina, que superlotam as ruas de nossas cidades.
Não é possível esquecer que essas maravilhas são movidas a petróleo, um bem nobre finito, com prazo certo para sua exaustão. É nesse sentido que muitas vezes o cidadão investe um elevado patrimônio para adquirir o mais moderno exemplar dessa linhagem e se esquece que está à mercê de revendedores inescrupolosos de combustíveis adulterados, que no afã de se locupletarem às custas dos incautos e frágeis consumidores, usam e abusam dessa prática criminosa, sem em nenhum momento pensar nos malefícios que estão causando ao patrimônio alheio.
É inimaginável para muitos que as suas viagens poderão ser interrompidas pela estupidez de pessoas gananciosas que ao colocarem a gasolina no seu belo carrão estão lhe fazendo de bobo, e trapaceando com o mais puro sentimento de sua confiabilidade naquele estabelecimento.
O dia que todos agirem com respeito ao próximo e obedecer o mais precioso dos mandamentos, ''amar ao próximo como a ti mesmo'' ou não fazer aos outros o que não deseja para si, estaria resolvido noventa e nove por cento de todas as mazelas desse nosso planeta.
ANTONIO PEREIRA (contador) Londrina

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