CARTAS
Sobras no Igapó 2
Não dá para negar que as obras de revitalização do Lago Igapó 2 deixaram o local mais bonito, com a pista de caminhada, passarelas de madeira, novo vertedouro e iluminação. A instalação de bancos de madeira e aparelhos de ginástica, feitos de forma rústica, ajudaram a dar à mais nova área de lazer de Londrina um ar de campo. Mas caminhando às margens do lago, se percebe que faltou um banho de butique no Igapó 2 para a área ter uma nova cara.
O serviço terminou, a empreiteira já entregou a obra, mas a bagunça continua lá. Toras de eucalipto, que sobraram da construção das pontes, estão jogadas num canto; restos de tijolos e concreto podem ser vistos em vários pontos; buracos que se abriram com a retirada de terra estão lá à espera de serem tapados; e o barraco dos operários, feito de restos de madeira, permanece no local, como um monumento.
Também não houve a preocupação com a retirada dos galhos das árvores caídas e das pedras. Nem foi feita uma terraplanagem superficial no terreno, para acertar os desníveis provocados pela erosão. Enfim, faltou uma limpeza completa e uma visão mais urbanística para o local.
MILTON ANTUNES (jornalista) - Londrina
Direito do cidadão
Um dos Há 40 anos... publicado pela Folha dizia: ...cobrança de taxa de embarque na rodoviária de Maringá já era considerado ilegal.... Porém, as demais rodoviárias adotaram a prática, mesmo as com manutenções precárias. Transformou-se em uma verba a mais para as prefeituras? Bem, se é taxa (mesmo que imposta) quem usa paga. É o caso do pedágio nas rodovias: circulou por elas tem que pagar. Por falar em pedágio ouvi alguém bravo porque num certo lugar de Londrina a rapaziada cobra pedágio de quem não mora no local. Tal qual o cidadão que reside na região metropolitana de Londrina (Arapongas, Assaí, etc.) que tem que pagar taxa nas cancelas da Econorte. Perante a lei, ambos ferem o direito de ir e vir de cada cidadão. Cadê o Requião que ia acabar com isso?
JESUÍNO WALDEMAR DE SOUZA (aposentado) - Assaí
Privilégios
Gostaria muito de perguntar ao sr. presidente por que os políticos e funcionários públicos recebem salários tão altos? E quando se aposentam continuam recebendo os mesmos salários e acumulando outras funções, e sem contar que o tempo de serviço para se aposentarem é bem menor que um trabalhador normal.
Queria saber também por que a classe política como um todo recebeu 50% de aumento, enquanto os funcionários do setor privado recebem menos do que a inflação acumulada no ano, e quando não são cortados outros benefícios conquistados anteriormente?
Até quando sr. presidente vamos assistir e sofrer na pele essa situação que esta aí? Por que não se faz uma lei que faça com que os políticos permaneçam no cargo por apenas dois mandatos sem poder retornar à vida política, dando lugar a outros que gostariam de usufruir dos altos salários e benefícios proporcionado pelo povo que os elegeu?
ADEMIR J. ZANELATTO (operador de usina termelétrica) - Figueira
Esclarecimento
Octávio Cesário Pereira Júnior, advogado, esclareço que os fatos ocorridos no Cartório Rocha sobre o não recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) aos cofres públicos da prefeitura de Londrina nada tem a ver comigo. Embora o titular do Cartório Rocha, citado pela imprensa, seja conhecido como Cezário Júnior, não pode e nem deve ser confundido com Octávio Cesário Pereira Júnior, embora as pronúncias sejam idênticas. E tampouco com meu filho Octávio Cesário Pereira Neto, que é titular do Cartório Cesário, no distrito da Warta, comarca de Londrina, não havendo qualquer relação com o Cartório Rocha, alvo das acusações.
OCTÁVIO CESÁRIO PEREIRA JÚNIOR (advogado) - Londrina
Correção
n Diferentemente do que informou ontem título da matéria da página 1 do Caderno Economia, o dólar fechou a terça-feira cotado em R$ 3,583 conforme informou o texto e não em R$ 3,383 como foi publicado.





