O ataque em Mombasa

Atirar mísseis em um avião com passageiros civis israelenses é uma grave escalada em termos da natureza e intensidade do terrorismo internacional. O fato de uma organização terrorista utilizar-se de uma arma tão sofisticada e desenvolver uma infra-estrutura terrorista no coração da África indica a dimensão do problema do terrorismo. É mais um exemplo da globalização do terrorismo. É um desafio e uma ameaça colocada em frente de todo o mundo livre.
Israel está na linha de frente na guerra contra o terrorismo. As organizações terroristas e regimes que apóiam e são fornecedores destas com infra-estrutura organizacional, logística e ideológica, devem saber que o mundo inteiro está determinado a lutar contra elas e não irá tolerar sua existência.
Portanto, só uma luta em conjunto e a criação de uma frente unida das nações do mundo livre irá obter sucesso na interrupção do terrorismo internacional que espalha morte e destruição por todos os cantos da terra.

ABRAHAM SHAPIRO (consultor empresarial), Londrina



Exemplo na Câmara

Como é bom ver que ainda existem políticos que vivem a verdadeira e autêntica política! Quero tornar público meus agradecimentos e elogios à vereadora Márcia Lopes (PT), que prontamente atendeu à solicitação para verificar a possibilidade de instalação de um semáforo para pedestres, na confluência da Avenida Bandeirantes com a Rua Souza Naves, tão necessário às pessoas que por ali transitam todos os dias. O local oferecia enorme risco a todos. A ilustre edil não só conduziu o pedido para a efetivação da solicitação, como também, durante todo o processo foi nos dando ciência de todos os passos efetuados.
Obrigada Márcia por sua atuação e atenção, espero que seu trabalho continue firme, correto, perseverante na condução de sua missão como nossa representante na Câmara. Que seu desempenho exemplar, seja seguido por seus companheiros políticos. Londrina agradece, afinal vemos que quando se quer, se faz.

MARIA INÊS BERTOLINO VIEIRA (aposentada), Londrina





Meu Brasil, brasileiro

Vou relatar um fato que não acredito ter sido eu a única vítima, mas possivelmente uma das poucas a se manifestar. O fato se sucede em um colégio, que digamos, por certo tempo de existência possa ter certa fama e alguns professores de competência aceitável. Foi neste local que passei meu ano letivo estudando para que com méritos conseguisse uma vaga na universidade.
Infelizmente, não sei o porquê de certas pessoas acharem que são mais capazes ou têm mais direitos pelo simples fato de possuírem a maldita arma, (que a sociedade pensa ser a solução dos problemas), o dinheiro.
Isso mesmo, um lugar onde a maleabilidade e o respeito ao aluno já não fazem mais parte da realidade. Afinal de contas, um colégio pouco rico como esse provavelmente vá à falência devido ao não pagamento de uns de seus alunos. Ademais eles nem devem avaliar as possibilidades de alunos desistirem ou deixarem de pagar quanto bem entenderem, acrescentando aos demais tal reajuste, não é mesmo?
Mas pra quê tanto nome? Eles pouco estão se importando com a opinião do aluno, se ele está satisfeito ou não com o ensino, com a equipe, com as normas do colégio. Definitivamente já se foi o tempo em que havia diálogos, argumentações de ambas as partes. Isso só se faz necessário em locais onde um aluno faz a diferença, não onde o aluno é simplesmente um rótulo bonito estampado em jornais e televisões somente quando aprovado no vestibular.

BRUNA CAMARGO BRUNETTO (estudante), Londrina



Praças abandonadas

Em Campo Mourão, lamentavelmente, as praças públicas estão praticamente abandonadas. Veículos circulam e estacionam irregularmente nas praças ao redor da imponente Catedral São José. Ora, veículos devem circular e estacionar nas vias públicas. Praças públicas devem servir aos pedestres, às pessoas que buscam sossego. Segundo o poeta Castro Alves, ''as praças estão para os homens, como o céu está para o condor''.

FRATERNO MARIA NUNES (aposentado), Campo Mourão

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