Transporte coletivo

O aumento na tarifa, os benefícios fiscais concedidos pelo Município, a preocupação do prefeito em não descapitalizar as empresas concessionárias que executam os serviços de transporte coletivo em Londrina, deixa bem claro que mais uma vez, a classe trabalhadora vai pagar a conta, mesmo estando com os salários extremamente defasados e não tendo o privilégio de ter descontos nos impostos e tributos.
Os segmentos organizados e representativos da comunidade não se manifestam sobre o tema em questão. No Poder Legislativo, as audiências públicas estão sendo convocadas para discutir o aumento de cães e gatos soltos em Londrina.
Enquanto assuntos polêmicos e relevantes para a comunidade não são tratados com a devida importância, tais como a concorrência pública para a exploração do transporte coletivo, como vai funcionar o futuro sistema, a permanência ou não de um terminal central, a integração, as catracas eletrônicas, os estragos no asfalto por onde trafegam os ônibus e a municipalização do transporte coletivo uma antiga luta dos movimentos populares e do Partido dos Trabalhadores, entre outros.
Senhor prefeito, espero que vossa excelência não mande esses importantes temas às pressas para serem apreciados e aprovados pela Câmara de Vereadores, no final do ano, sem uma prévia discussão com a comunidade.

ARTHUR APOSTOLO DE OLIVEIRA NETTO (sociólogo e professor), Londrina


Idosos em Londrina

Com relação à reportagem sobre o aumento da população de idosos em Londrina, entendo que faltou uma pesquisa melhor sobre a origem desses idosos. Em uma recente conversa com um gerente de banco, este me colocou que o seu banco havia feito uma pesquisa e já havia constatado a existência desse número de idosos, porém a mesma pesquisa indicava, também, que a grande maioria deles havia se mudado para Londrina, após a sua aposentadoria buscando uma qualidade de vida melhor do que eles teriam em centros maiores (a origem da grande maioria dos aposentados é São Paulo). Portanto, dizer que Londrina está envelhecendo é temerário pois vejo, também, que os nossos jovens estão se formando e trabalhando aqui mesmo em Londrina, deixando de ir para outros centros.

ALFREDO LUIZ GARCIA LOPES CANEZIN (imobiliarista e engenheiro civil), Londrina



A fome e a sede ao pote

Não é novidade para ninguém, que de um lado os pobres mantêm a grande esperança na posse do presidente Lula. Vale a pena acompanhar a contagem regressiva. O trágico mesmo é sabermos que aqueles que contribuíram para a campanha, os grandões, já se manifestam na imprensa o que esperam do ''Novo Lula ''. Será o ''toma lá da cá'' ou é ''dando que se recebe''? Que Deus ilumine o Lulinha desses supostos filantropos, e que o povo tenha sua parte agora depois de 8 anos na espera. Fome física, fome de cidadania, fome espiritual, fome de justiça, fome de empregos, fome de escolas, fome de saúde, fome de solidariedade. Com a palavra o nosso Luiz Inácio Lula da Silva.

JOSÉ PEDRO NAISSER (ambientalista), Curitiba



Renais crônicos agradecem

A diretoria e funcionários da Associação dos Renais Crônicos de Londrina e Região agradece a colaboração deste conceituado jornal em nos atender no decorrer do ano de 2002. Aproveitamos para desejar que este Natal faça renascer a paz, esperança e amor, tornando felizes todos os corações que acreditam num mundo cada vez melhor. Que o Ano Novo seja abençoado para vocês, seus amigos e familiares.

LUIZ CARLOS DONNER, presidente da Associação dos Renais Crônicos de Londrina e Região


Correção

- O comércio de rua de Londrina está atendendo em horário especial, até as 22 horas, desde ontem, e não a partir de hoje, como a Folha publicou na edição de quarta-feira.

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