CARTAS
Violência da PM
Mais uma vez abro meu jornal e verifico a violência desmedida praticada pela Polícia Militar em Londrina. Homens fortemente armados atacam, sem qualquer motivo aparente, um civil em companhia de seu filho, praticando contra este e contra qualquer outro que se aproxime atos de barbárie. Quanto àquele que deveria punir e coibir tais atrocidades, vem a público dizendo que a vítima era suspeita de tráfico de entorpecentes, mas que tal não teria sido confirmada. Ora, o que faz a Polícia? Ataca sem provas e sem qualquer confirmação, atuando como uma quadrilha armada contra aqueles que pagam seus soldos. O que mais me indigna é por que os referidos policiais não entram nos locais verdadeiramente perigosos de Londrina? Ah não, lá não! Quanto aos disparos efetuados pelos policiais diante da vaia generalizada, faço coro aos demais vaiando com indignação a conduta da PM, mais criminosa que o suspeito então espancado.
LUCIANO GODOI MARTINS (advogado), Londrina
Obrigado Escola Oficina
Gostaria de agradecer a Deus e aos professores da Escola Oficina. Quando eu mais precisei, eles me ajudaram. Até um ano atrás, o meu mundo era escuro. Hoje, em dia, o meu mundo voltou a brilhar. Por medo, perdi um ano de escola. Um jornalista me disse que eu era muito velha, tinha 45 anos, para estudar e que eu poderia estragar os aparelhos (computadores) da escola. Estou com 46 anos e ainda tenho medo de estudar, porque nunca tive esta oportunidade na vida. Graças a Deus e à Escola Oficina estou realizando o meu sonho. Hoje consigo escreveu meu nome (esta carta ditei para minha filha). A esperança é a única que morre, só que eu tenho esperança e vontade de crescer. Obrigada!
DAIR HELENA DA SILVA GOUVEIA (dona de casa), Londrina
Página do leitor
Considerei uma perda aos leitores da Folha o modo como foi reestruturada a página do leitor. Perdemos o espaço de um artigo, além do novo espaço reservado ficar quase escondido, perdendo para a charge que aparece em destaque. Na minha opinião e na das pessoas que me acompanham na leitura diária da Folha, fomos prejudicados, ficando esse jornal que se diferenciava na cidade tão parecido quanto seu concorrente nesta parte que era para nós a ''menina dos olhos'' da Folha. Creio que ainda é tempo de rever essa mudança e retornar ao que era antes para que possamos nos informar de um modo diferenciado.
FRANCISCA VERGINIO SOARES (professroa UEL e Uninorte), Londrina
Espaço reduzido
É triste ver Folha de Londrina diminuir gradativamente seu espaço ao leitor. Não faz muito tempo, foi retirada uma faixa, à direita da página 2 do Primeiro Caderno, lugar considerado de elite do jornal, como é também de elite o Espaço Aberto. Agora, lamentavelmente, reduzido para apenas uma matéria. Quem não ficaria orgulhoso em ver seu artigo escrito no Espaço Aberto da Folha ou naquela referida faixa da página 2? Dezenas de vezes tivemos essa felicidade ao vermos nossos artigos escritos naqueles espaços. Numa cidade universitária, como Londrina, onde cresce o número jornalistas e outros profissionais, com novas idéias, a Folha vem reduzir a um terço tão importante espaço cerceando essas pessoas e suas idéias. Por isso, registramos aqui nosso protesto.
NELSON ARAÚJO DE OLIVEIRA (professor), Londrina
Gapacan agredece
O Gapacan (Grupo de Assistência ao Paciente com Câncer) agradece em nome das famílias cadastradas na entidade a matéria da repórter Célia Guerra, publicada na Folha no dia 17 de novembro, retratando as necessidades nela existente. Recebemos duas contribuições anônimas que quitaram todos os débitos que haviam na famárcia e também foram arrecadados pelo grupo jovem 233 quilos de alimentos não perecíveis que foram doados entre os familiares dos pacientes. Agradecemos em nome das famílias e em nome do grupo de voluntários jovens que ficarão muito felizes pela repercussão da matéria.
EMÍLIA APARECIDA DE SOUZA (presidente da Gapacan), Londrina
Correção
- Na matéria ''Tiros assustam frequentadores do Zerão'', publicada na capa da edição de ontem do Caderno Cidade, a Folha informou erradamente que a Rádio Londrina foi extinta. Na verdade, a Rádio Londrina é a primeira instalada na cidade, funcionando ininterruptamente desde 1943.
- Na matéria ''Morte de animais leva Seab a investigar raiva em distrito'', publicada no Caderno Cidades de ontem, uma fala do auxiliar-administrativo do Seab, Adílson Luiz Mazzaro, foi transcrita com erro. Na verdade, a Secretaria não vacina animais contra raiva, apenas orienta sitiantes a fazê-lo.





