Lago Igapó
Tenho as seguintes considerações sobre a reportagem ''Lago Igapó começa a ficar cheio novamente'' publicada no dia 9/7/02. O Lago Igapó I, pela sua pequena dimensão, na minha opinião não comporta a convivência pacífica entre os diferentes usuários. As lanchas e jets ski contribuem sim com o processo de poluição do lago, por meio da turbidez geradas pelos motores e a liberação de óleo. Além disso, provocam a formação de ondas que danificam o muro de contenção, frustram os pescadores pelos peixes afugentados e principalmente oferecem risco de vida aos praticantes de outros esportes aquáticos. A liberação da pesca somente mediante licença ambiental (carteirinha?) não acho que seria a melhor opção. Em vez disso, as autoridades deveriam repovoar os lagos com peixes adaptados e em número suficiente, além de tratar dos mesmos e efetuar um controle mais rigoroso das fontes poluentes.
LAURO AKIO OKUYAMA, engenheiro agrônomo, Londrina
Lago Igapó (2)
O sempre lembrado prefeito Antonio Fernandes Sobrinho, Severo de Rudin Canziani e Antonio Vilela de Magalhães, lá do alto, sentem-se felizes com as notícias do breve enchimento do Lago Igapó, uma das maiores realizações da municipalidade. Disse na época Fernandes Sobrinho, cuidem de formar o Iate Clube, que farei o lago, com uma barragem no Cambézinho. Encarregando seu secretário de Obras, Hamilca Ribas Neves, o estudo e a execução da construção da barragem. É oportuno pois que fique registrado para perpetuar-se na memória da história de Londrina.
Parabéns ao engenheiro Aloysio de Freitas pelas boas notícias. Uma tarefa difícil, que dentro de pouco se tornará realidade, a revitalização do nosso principal cartão de visita.
Uma idéia ao prefeito Nedson. Tenho, como londrinense, imaginado um Centro de Piscicultura nas nascentes do lago. A Prefeitura, através de nossa representação federal e estadual de deputados, teria oportunidade de uma contribuição muito importante do ponto de vista ecológico, turístico e esportivo.
JOÃO DIAS AYRES, Londrina
Prêmio
Elisiê Peixoto, parabéns pelo premio ''Truth in Jornalism'', sou fã dos versículos bíblicos, que tem sido de enorme reflexão, para poder começar o dia brilhando em minha vida, e Deus tem te iluminado sempre, pois os versículos são sempre propícios. Muito obrigado e o Deus Pai continue sempre te usando para levar as Suas palavras...
ROBSON KIYOSHI, Londrina
Prêmio (2)
Cara Elisiê, aqui estou novamente. Já deveria ter escrito, mas sabe como o tempo às vezes nos foge de controle. Pela manhã, como é meu hábito aos domingos, li a sua coluna ''Cá prá nós'', e como sempre você acertou em cheio!!! Realmente concordo... temos que ter opinião... respeitar as dos outros não significa abrir mão do que pensamemos e queremos.
Quero aproveitar também para lhe dar os parabéns pelo seu prêmio (da Regent University). É merecido porque as palavras de Deus sempre são de grande inspiração para todos, sejam religiosos ou não.
ANDRÉ SELL, Londrina
Violência
A organização é a base do progresso. Se a violência vem sendo a protagonista do quadro social em que vivemos é porque está sendo elaborada por grupos que sabem o que fazem. Criminosos que não acreditam mais na eficiência da segurança pública e por isso subestimam o poder da polícia.
Uma sociedade, para ter estrutura, precisa estabelecer sua base de organização. Se a polícia não é capaz de conter a onda de criminalidade, o crime organizado estabelece esta ordem com mais sucesso. Ora, quando há violência, em detrimento à segurança, os culpados por este feito somos nós, cidadãos passivos, que deixamos que a miséria se prolifere e tome conta de nossa liberdade.
Por isso ninguém mais consegue resolver nada, porque os órgãos de defesa estão atolados na burocracia, na propina e no próprio crime. Não há como desfrutarmos de tranquilidade alguma, pois, a própria polícia é a primeira a se corromper. Um país cuja maior parcela da população vive na miséria não pode, simplesmente, soltar o exército nas ruas e reprimir o vandalismo. Precisamos dar bases de sustentação de uma política segura e que proporcione o bem estar social, distribua melhor a renda e qualifique nosso profissionais.
Assim, estaremos superando as iniquidades e o poder público também poderá resgatar a credibilidade perante seus cidadãos.
Não são as leis, nem as punições severas que vão conseguir conter toda essa crueldade. Seja um deputado ou um criminoso, a lei se aplica a favor daquele que a institui, por isso, representa um instrumento de poder. A grande diferença consiste na maneira pela qual cada um executa esse poder, pois, aquele que souber utilizar-se das leis sem necessidade de repressão, certamente, proporcionará mais tranquilidade. Isso é o que o Estado ainda não descobriu.
RUBYA TESSER, Londrina

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