Meio Ambiente


Ao contrário do que se discute e incentiva os temas transversais dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), onde a preservação do meio ambiente e a criação de uma nova cultura ambiental deve ser estabelecida junto aos alunos e a comunidade escolar, o Colégio Estadual Nossa Senhora de Lourdes caminha na contramão de tais proposta
No início do ano solicitaram à AMA autorização para podas de árvores, sem ao menos receberem a documentação oficial da AMA, ou a fiscalização para avaliar o impacto das tais ‘‘podas’’; a direção geral (dessa escola) resolveu agir por conta própria e simplesmente promoveu um ‘‘desmatamento’’, derrubando várias árvores, para espanto e indignação de alunos, professores, funcionários e a comunidade local.
Tal ato de vandalismo nos remete a algumas questões sérias. Se nem a escola, que é um dos centros de excelência para criar uma nova cultura ambiental, está ciente da sua responsabilidade com a natureza, como transmitir isso para os alunos?
O governo do Paraná, que se proclama defensor do meio ambiente, faz vistas grossas a tal ato (entenda-se aqui o Núcleo Regional de Londrina, que deveria fiscalizar os atos dos diretores nas escolas). Que medida o NRE tomou até o momento? Quem arcará com esse prejuízo ao meio ambiente? A denúncia na AMA já foi feita, a escola autuada, e ninguém será punido?
Nos resta lamentar e pressionar a AMA que aja com rigor nesse abuso contra o meio ambiente, e pensar qual será o discurso dessa diretora no dia da árvore? Esse é apenas ‘‘um’’ dos acontecimentos estranhos dentre vários que estão ocorrendo nessa escola, depois da intervenção política realizada no final do ano passado.
SALETE REGINA LUGLE, coordenadora de Projetos Alternativos do Centro Estadual de Educação Básica para Jovens e adultos/UEL, Londrina

Acil

Novos rumos – ou corremos e mudamos ou vamos perecer. Não é uma idéia de agora. Já tenho um pronunciamento na Folha de Londrina, em que propus a divisão: Associação Comercial e Associação Industrial. Agora temos a oportunidade desta divisão e com isto favorecer o comércio, pois toda atividade da entidade estará voltada para o progresso do mesmo que há muito tempo está prejudicado.
O que muito me surpreende é que fala-se em apoio à pequena e média empresa, pois este assunto foi discutido 30 anos atrás em Brasília, com a presença do ministro Paulo dos Reis Velozo, que culminou com a criação do Ceag (hoje Sebrae). O Ministro enfatizou a assistência gerencial à pequena e média empresa, trazendo experiências de alguns países da Europa, como França, Japão e especialmente a Itália.
O propósito era de manter, conforme experiência dos países citados, a necessidade de ter no comércio o número de 90% de pequenas e médias empresas, que aliás são as que dão emprego e não geram crise social.
A experiência para o Brasil nesta ocasião aconteceu no ‘‘grande milagre brasileiro’’ – foi simplificar o sistema contábil e faixas de crédito, a chamada Instrução do Banco do Brasil 366, com juros de 1% ao semestre. O comércio vendeu, a indústria produziu mais, aumentando o consumo de matéria-príma, não havendo desemprego. O PIB crescia 10% ao ano e a balança de pagamento tinha o superávit de 2,5 bilhões de dólares mensal. Ou o comércio vende ou perecemos. Tudo depende do comércio.
SINÉZIO SCUDELER, Londrina

Marketing e turismo

O turismo é um negócio novo no mercado. Muitas pessoas não o vêem como tal ainda, pode-se investir muito nisso; mas já existem as que estão investindo cada vez mais, essas usam do marketing como uma ferramenta fundamental para atrair seus consumidores.
O marketing no turismo realmente é indispensável e importante, sem ele não é possível saber como é determinado produto, ou seja, o destino turístico. Como o marketing está associado a muitas outras coisas, essa comunicação mexe com outros segmentos, como: os serviços, o acesso e as empresas de estadas. Tudo, junto formam o mercado turístico.
Para tanto é necessário um ‘‘estudo’’, verificar o que os consumidores de determinada área, idade e renda estão querendo, estão procurando em determinada época, isso requer certos cuidados, para não atingir o alvo errado ou usar a ‘‘isca’’ errada, tem que levar em conta os fatores que influenciam esses consumidores.
O melhor marketing, sem dúvida, ainda é o ‘‘boca-a-boca’’, esse é infalível, pois as pessoas que não conhecem um lugar ouvir de outras que foram bem atendidas, os serviços em geral atingiram suas espectativas e que esse lugar realmente é maravilhoso, com certeza, a que está ouvindo ficará muito mais interessada e ansiosa para ir.
FLÁVIA FELISBERTO DE SOUZA, Londrina

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