Bandeira


A bandeira é um símbolo da nossa nacionalidade. Ocorre-me que é oportuno que nossa Secretária de Educação do Estado, e as secretarias municipais de Ensino, aproveitem o momento para uma ação didática, no sentido de instituir concursos literários nas escolas de todos os níveis onde a história do nosso pavilhão nacional seja focalizado em suas minúcias, com histórias remissivas ou mais atuais. O porquê dessa sugestão? Quando nesta época em que em toda a parte se exaltam as nossas cores, o verde e o amarelo, lembramo-nos que é quase certo que a maioria daqueles que manuseiam nossos símbolos não conhece a história dos mesmos, como o ‘‘Salve símbolo augusto da paz’’, entre outras frases belíssimas de inspiradores poetas como Olavo Bilac, Castro Alves e tantos outros que deixaram traços luminosos da nossa tão recente história. Empresas de supermercados, indústrias, comércio em geral, através de seus órgãos representativos, poderiam instituir os prêmios. Nossos órgãos de cultura poderiam ser solicitados para o exame e avaliação dos méritos desse trabalho que reputo do maior valor cívico. Depois disso, vamos torcer pelo nosso selecionado, agora treinando na Coréia.
JOÃO DIAS AYRES, Londrina

Copa

Os times que até agora realmente conseguiram furar as defesas adversárias na raça e/ou criatividade foram Senegal, Dinamarca, Suécia e Argentina. O Brasil entrou na defesa turca com jogo aéreo (embora os turcos se defendessem bem nas bolas baixas) e com a ajuda do Comitê de Árbitros da Fifa. Além do juiz ajudar a seleção de futebol do Brasil, ele prejudicou a Suécia contra a poderosa Inglaterra. Fica claro que o jogo de poder está prevalecendo nas arbitragens: o sogro do corrupto presidente da CBF tem trânsito total na Fifa (já foi presidente da Federaçao Internacional); o inimigo do atual presidente da Fifa é um sueco que não conseguiu ser eleito presidente da Federação pela ação contrária de corrupção do suíço, presidente atual, da terra dos bancos que escondem o dinheiro da corrupção mundial; a Inglaterra e a Itália também sabem manipular as elites corruptas, assim como os franceses souberam provocar o emocional de um jogador brasileiro apaixonado, em 98.
Longe do seu habitat de maquiavelismo, dirigentes brasileiros e europeus resolveram apostar suas fichas no Campeonato Mundial da Corrupção. Senhoras e senhores, o resultado final da Copa do Mundo já está pré-traçado com os mesmos princípios daqueles que definiram a vitória de Schumacher sobre Barrichelo, pelos mesmos princípios daqueles que roubaram dinheiro do Banestado, pelos mesmos princípios daqueles que comandam o futebol brasileiro e que ganham mais dinheiro em meia hora do que ganha um jornalista em um ano.
PEDRO MENDONÇA, Curitiba

Zerão

Tiraram os dois relógios do Zerão. A nossa área de lazer mais nobre está suja e feia, e agora sem os relógios. Se continuar neste ritmo, logo perderemos a iluminação, os banheiros e a pista, pois coisas como a segurança, limpeza e relógio nós já perdemos.
ROBERTO TEIXEIRA, Londrina

Incompetência

Nosso Brasil é um gigante bom, mas faminto, ignorante e mal orientado. Há quase um terço da população ganhando menos de R$ 80 mensais; milhões de adultos e jovens desempregados, sem nenhuma renda. Culpados por estes males, pelo caos social, são os incompetentes governantes, maus empresários, principalmente da mídia e também os economistas, que pouco têm lutado contra a incompetência. No mínimo todos os brasileiros deveriam estar trabalhando e tendo renda não inferior a R$ 800 mensais. Fora disso, está caracterizada a incompetência! Todos nós, dentro de nossas possibilidades, devemos colaborar para alimentar, educar e bem orientar o gigante Brasil.
FRATERNO MARIA NUNES, Campo Mourão

Correção

- Ao contrário do que foi publicado na edição de ontem na página 11 da Folha de Londrina, a seleção italiana não é a atual campeã mundial. A França ganhou a Copa do Mundo de 1998.
- O Atlético Paranaense conquistou o título do Supercampeonato Paranaense e não o tricampeonato estadual, conforme a Folha publicou ontem na página 9. O campeão estadual da temporada foi o Iraty.
- Diferentemente do que foi publicado na 1ª página da edição de domingo, a cidade sede do jogo de estréia do Brasil na Copa 2002, Ulsan, fica na Coréia do Sul e não no Japão. A palavra ‘‘atacante’’ na legenda inserida na foto de Ronaldo foi grafada erradamente.

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