CARTAS
Mário Lago
Uma das grandes paixões populares que se destacaram nesta minha vida de 54 anos, é relembrar as tardes de domingo da Jovem Guarda na TV Record de São Paulo sob o comando do Rei Roberto Carlos. Um dia inesquecível foi quando o Rei cantou com seu jeito e voz sem igual a música Amélia (aquela que era mulher de verdade). Desde então, décadas se passaram e sempre acompanhei na medida do possível suas diversificações de canções em shows e especiais de finais de ano, e nunca mais tive o encanto de presenciar a Amélia com o Rei Roberto. Neste dia em que nos despedimos com emoção de Mário Lago, gostaria de implorar, através desse importante jornal e espaço, que o nosso Rei refletisse a possibilidade de nos presentear com esta linda canção.
OSMAEL CHIAVELLI PUGA, Apucarana
Eleições
Em outubro deste ano, teremos eleições em diversos níveis, principalmente para governador e presidente da República. Porém, mais uma vez, a sociedade, que deveria opinar sobre os destinos da nação, está sendo deixada de fora ou contemplando os profissionais da política fazerem o que bem entendem. Mais uma vez, o candidato ou candidatos estão sendo tirados da manga do colete.
A sociedade, apesar de mais politizada, está mais angustiada com os desmandos e corrupção envolvendo os diversos setores da administração. Se sente amarrada e sem forças para exercer seu dever de fiscalização e o direito de escolher ou rejeitar determinados candidatos. Sim, sem forças, pois o jogo já estava sendo marcado e os juizes escolhidos.
Parece que ainda estamos na época de um cacique mandando em centenas de índios ou diversos caciques resolvendo aquilo que milhões deveriam resolver. A sociedade brasileira esperava ou espera pelo menos ter uma opção de escolha.
Para atender este direito, os partidos políticos, principalmente os grandes partidos como PSDB, PMDB, PT, PFL, PDT e alguns outros, deveriam apresentar seus candidatos, não importando se fossem quinze ou vinte, mas dariam aos eleitores o direito de escolha, direito este que faz parte da democracia. Da maneira como procedem, as coligações tornam-se uma farsa e tiram o direito sagrado do povo de escolher seus representantes.
O alto índice de votos em branco ou nulos verificados em eleições anteriores, não é outra coisa senão um alerta para o inconformísmo que toma conta do povo brasileiro, o qual vem sendo sempre ludibriado, eleição após eleição. Esperamos que os profissionais da política se conscientizem do mal que estão causando ao eleitor e principalmente ao país e, de uma vez por todas, procurem ouvir a voz do povo.
WELLINGTON AMARAL SAMPAIO, Londrina
Amor eterno
No ápice de nossa vida, cheio de saúde e embalado pelas ilusões, parece que somos imortais, donos do mundo. Quantos sonhos vividos... namoros, aventuras, estudos! A vida passa e as ilusões passam como se fossem fumaça que o vento leva. Embora haja um misto de alegria e tristeza a felicidade alicerçada pelo amor é possível. Vivamos amorosamente o agora. O que passou, passou. Pensemos no amor que é remédio para os males que afligem o mundo e pode ser solução de paz. Deixemos nas cinzas do passado as frutrações, as desilusões. Nada de negativismo. Eu amo, tu amas! Tudo passou mas o amor ficou. Antigos namorados, apesar das agruras da vida continuam de mãos dadas. Mandemos flores às nossas eternas namoradas que seguindo os passos do sentimento amoroso, conquistaram nossos corações e são as deusas de nossa vida. Que todos os sonhos, esperanças, alegrias e realizações se concretizem em todos os casais, namorados, noivos, casados. Que o verdadeiro amor esteja com todos os casais formando lares felizes e percebam a beleza das flores e que nasça um sentido novo em toda a humanidade.
OSVALDO CARDOSO RIBEIRO, Londrina





