Calçadão
Quero aqui convidar o nosso prefeito e todos os seus assessores; para em caravana, fazerem um passeio a pé, lentamente, como recomendam os médicos (e nessa hora de campanha seria ótimo) pelas calçadas do nosso cartão postal para os visitantes e para nós mesmos londrinenses, o nosso querido Calçadão.
Ali eles veriam os dejetos dos pássaros e dos cachorros; desde as calçadas da linda Biblioteca Pública, Caixa Econômica, praças em geral. Ao invés de água e desinfetante o Calçadão está recebendo somente vendedores ambulantes com suas exposições e até mesmo uma estátua humana defronte ao Banco do Brasil.
Seguindo em frente próximo às lojas Bahia e bancos, podem parar e respirar o odor de esgoto que está exalando para o deleite dos moradores e trabalhadores daquela região. Após tudo isso, aconselho a entrarem no Bar Utopia e ali se deliciarem com um gostoso pastel (que não é da Dona Jura de O Clone, mas é melhor ainda). Ao saírem, subam no Coreto central e façam as promessas que todos merecemos, que vamos viver felizes para sempre.
Né brinquedo não!
ESTER PITTA ZANETTE, Londrina
Bancos x Brasil
Os investidores e correntistas estrangeiros e brasileiros deveriam evitar bancos que ‘‘fabricam análises’’ para lucrar no curto prazo. Como acreditar nesses ‘‘analistas de risco ’’ que até poucos dias antes da quebra da Enron e da Argentina, recomendavam investimento nestes papéis, provocando enormes prejuízos a seus clientes , que ficaram com seus recursos presos no ‘‘corralito del Cavallo ’’? Em 1999 , na época do ataque ao Real , o presidente FHC denunciou especuladores que ganham milhões com a disseminação de boatos sobre a economia dos paises e prometeu reagir.
Estamos esperando.
Ou o Banco Central do Brasil vai ficar quietinho?
IVO AUGUSTO DE ABREU PUGNALONI, Curitiba
Bancos x Brasil 2
As notícias de que os 2 bancos de investimentos Norte Americanos, Merrill Lynch e Morgan Stanley, rebaixaram a classificação do Brasil devido às pesquisas eleitorais foi muito divulgada, só esqueceram que esses bancos também recomendaram aos investidores, investir no mercado Venezuelano logo após a queda de Hugo Chaves, uma queda que não durou um final de semana. Por aí, dá para se ter uma idéia do nível dos bestas que controlam a economia mundial.
ROBERTO TEIXEIRA, empresário
Falta de bom senso?
O governador Jaime Lerner perdeu várias oportunidades de recuperar um pouco da popularidade perdida. Uma delas foi quando os trabalhadores no ensino público, há sete anos com os salários defasados, foi até o palácio Iguaçu reivindicar, pacificamente, reposição salarial, um direito previsto na constituição. Como se fossem perigosos assaltantes, um enorme batalhão de policiais militares fortemente armados os aguardava. Por que o pedido de melhoria de ensino e trabalho é sempre, para o governo, caso de polícia? Outra ocasião seria a última aparição na TV, anunciando uma gratificação de R$ 100,00 para professores da ativa. O governador perdeu a chance de anunciar um percentual, mínimo que fosse, sobre os baixos salários, uma vez que ele próprio vem proclamando grande crescimento do ICMS no Paraná. R$ 100,00 não é uma proposta digna.
JOSÉ ANTÔNIO TRINDADE, Curitiba
Cafeicultura
Aposentado pelo ex-IBC como Eng. Agrônomo, 35 anos de trabalho, tenho a sugerir às indústrias e órgãos de pesquisas, a fabricação de um equipamento (proporcional ao tamanho do terreiro) composto por 4 ou mais peneiras vibratórias com saídas diferenciadas para cada uma delas e, movidas eletricamente, porque hoje a maioria das propriedades cafeeiros possuem energia elétrica e 95% ou mais do café brasileiro é secado em terreiro.
Trata-se de utilização de uma tecnologia simples e eficaz, que poderá ajudar em muito os cafeicultores do Brasil. Equipamento de baixo custo, grande durabilidade, baixa manutenção e alta rentabilidade e com simples manuseio.
RUI ALCÂNTARA DE AGUH, Londrina
Correção
Na matéria ‘‘Curso prepara profissionais para mercado internacional’’, publicada na página 2 do caderno de Economia, da última quarta-feira, foi publicado incorretamente que 60% das aulas seriam na língua francesa. O correto é que 60% dos professores do curso são franceses. Todos eles, no entanto, falam português fluentemente.

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