Quanto ao voto paritário, dos males o menor. Menos pior este tipo de voto do que aquele defendido pelo reitor de 70% para os docentes. O melhor mesmo seria que tivéssemos voto universal (cada membro da comunidade valeria um voto) como fazemos para as eleições parlamentares. E que este processo estivesse no bojo de eleições livres e diretas.
Chega desta falsa-eleição que é uma escolha interna para compor uma lista de três nomes que vai ao governador do Estado para ele escolher e nomear o reitor. O processo inteiro deveria estar nas mãos da Comunidade Universitária. No atual cenário, o voto paritário é o menos pior. Além disto deveríamos ter (os funcionários) participação em igual porcentagem no Conselho Universitário: 1/4 das vagas para docentes, 1/4 para estudantes, 1/4 para funcionários e 1/4 para a comunidade externa. E da comunidade externa que não participassem somente os donos de Londrina, mas os comerciários, industriários, bancários, associações, conselhos populares, ou seja, um grupo mais representativo do município.
Deveríamos ter ainda dois representantes titulares por nível de nosso Quadro de Carreira. Temos oito níveis, teríamos um total de 16 titulares. Dois titulares por nível para contemplar Campus mais órgãos do Centro e Hospital Universitário, mais o de Clínicas. Está aí um tema para discussão.
Quanto à tabela, não é só a tabela. Vamos lembrar que na Assembléia Geral de 4 de março tivemos aprovado um conjunto de propostas que o Comando Estadual de Mobilização deveria encaminhar (decisão de Assembléia) junto ao Governo. Sabemos que os companheiros da Assuel estão atentos a tudo isto.
MANOEL PAIVA, Londrina

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