PUC-PR, 43 anos


A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) é resultado de um sonho de muitas pessoas. A árvore frondosa de hoje é a mesma semente plantada por dom Manuel da Silveira D’Elboux. Há 43 anos, dia 14 de março de 1959, dom Manuel fundou a Universidade Católica. Temos uma meta audaciosa para festejar no cinquentenário: ‘‘Até março de 2009, a PUC será reconhecida como universidade de referência nacional, pelo dinamismo, criatividade e qualidade de seus cursos e pelos serviços prestados à comunidade.’’ A marca PUC não é logotipo, carimbo ou tatuagem, mas um distintivo gravado na alma das pessoas. Como instituição humanista, dinâmica e cristã, pratica o que prega, desenvolve a sensibilidade para com o carente, é fiel às origens.
Cada ano, novas oportunidades de ensino são oferecidas à juventude. No dia 18 de março, às 20h, no Teatro Marista, será realizada sessão solene de abertura oficial do campus Londrina. A festividade começa no dia anterior, 17 de março, às 18h30min, com missa na Catedral de Londrina, a ser presidida pelo arcebispo dom Albano Cavallin. O campus de Toledo está em construção. A finalidade é somar com as forças vivas destas regiões para ajudar a alavancar o desenvolvimento estadual. Para isso, a universidade forma profissionais competentes e, ao mesmo tempo, cidadãos conscientes e sensíveis para o aprimoramento da sociedade. Educamos os estudantes, os estudantes se educam entre si e os estudantes educam seus mestres no sentido de crescer, aprender mais, atualizar seus conhecimentos e metodologias. A universidade ensina as letras profanas e a sabedoria de Deus.
CLEMENTE IVO JULIATTO, reitor da PUC-PR

Greve das universidades

Foi publicado na Folha de Londrina da edição de 5 de março, na coluna do jornalista Luiz Geraldo Mazza, um texto criticando professores e estudantes da Universidade Estadual de Londrina (UEL) que não aceitaram o projeto de autonomia proposto pelo governo estadual. Antes de criticar é preciso conhecer o conteúdo deste projeto que é autoritário, intervencionista e fere em diversos pontos a verdadeira autonomia da universidade, além de contrariar a Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases (LDB). Em 2000 a UEL enviou ao governo do Estado um projeto de autonomia para a instituição, formulado pelo Conselho Universitário, órgão que representa toda a comunidade universitária – professores, funcionários e estudantes – e que até hoje não foi discutido pela Assembléia Legislativa. Os dois projetos estão à disposição de leitores e jornalistas no site da UEL.
Falando em desinformação, com o fim da greve, a mídia noticiou o fato louvando o bom senso do secretário da Educação que fez a proposta de reajuste, mas ninguém comenta que o secretário Ramiro Wahraftig só teve bom senso após receber ordem de prisão de um juiz de Maringá por desobediência à Constituição, entre outros motivos. A ordem foi suspensa após a resolução da greve.
DÂNIA ETIANE VENDRAMINE VANÇO, Londrina

Roseana Sarney

Ela disse: ‘‘Estão investigando meu marido para prejudicar a minha candidatura, porque sou mulher’’. Chantagem pouca é bobagem. Roseana quer envolver as mulheres em geral na sua trama para livrar o Jorge Murad (esse nome me lembra, sem querer generalizar, a descendência de um povo muito bom de negócio). Se esta senhora for eleita ‘‘por ser mulher’’, o Brasil vai ter um retrocesso descomunal. Voltaremos à epóca da escravidão, só que agora seremos todos escravos do PFL. Com o Sarney e o ACM de feitores, Roseana será a rainha da Inglaterra e o Murad vai cuidar do dinheiro da Nação.
MÁRCIO DICESAR BENASSI, Sertanópolis

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