Nós, Policiais Militares e agentes de trânsito, com a função de fiscalizar, temos o dever de coibir os abusos praticados ao volante e tentar de todas as formas possíveis reduzir o número de vítimas no trânsito, agindo com responsabilidade, aplicando a lei e sempre que possível retirando de circulação motoristas inconsequentes e veículos que não ofereçam condições de segurança, mesmo que isso nos custe algumas horas a mais de trabalho, longe de nossas famílias. E que cada um de nós tenha consciência de que podemos dar esse presente de Natal para as famílias brasileiras, mesmo que elas não saibam disso. O importante é que possamos dormir em paz e de preferência sem notícias desagradáveis, mostrando que mais uma vez, o trânsito matou várias pessoas. Pois se a função de fiscalizar e punir o infrator é antipática, sejamos então simpáticos à vida. Façamos a diferença.
Néviton de Oliveira Souza, policial militar, Guarapuava

* As cartas devem ser digitadas, assinadas, com no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Cartas e e-mail sem os acompanhamentos exigidos não serão publicados.
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