No dia 20 de dezembro de 2022, na calada da noite cerca de 500 deputados federais do Brasil se encontraram com cerca de 33 milhões de brasileiros famélicos e vivendo no limite da sobrevivência e disseram a eles: "Nós lhe damos 600 reais por mês, mas em troca queremos mais 10 mil reais aos 30 mil que já recebemos por mês". E disseram mais: "É isso ou nada". E, mais ainda: "E não reclamem, pois quem manda no país somos nós, os políticos. Vocês só têm um direito: votar em nós de tempos em tempos, nos dando total liberdade de fazermos o melhor para nós!".

Jair Scarminio - Londrina

A negação do povo que foi roubado

Nosso país passa por momentos conturbados únicos. Protestos e levantes do povo por todo país contra o sistema dito legal, as cortes supremas da Justiça. A democracia tem sua capacidade de gerir e organizar uma sociedade desde que haja ordem, ética, honestidade, e não prevaricação, roubo do erário púbico e que a justiça caminhe lado a lado. São qualidades importantíssimas a serem respeitadas. O direito individual a resposta em sua defesa no caso de agressão e a liberdade de imprensa jamais deveriam ser usurpadas. Quando vemos que os princípios de liberdade foram usurpados pela Justiça, deixa um abismo enorme. Fatos esses geradores de protestos de cidadãos de bem, pois a aceitação de que as sentenças condenatórias por três instâncias da Justiça (Justiça Federal de Curitiba, TRF4 e STJ) com provas contundentes não têm valor jurídico, foram premeditadamente de caso pensado em invalidar o domicílio do processo depois de julgados em três instâncias (totalmente fora do prazo e argumento inexistente). E, mais, coincidindo com o prazo de prescrição, pouco se importando se com essa decisão estão libertando criminosos de alta periculosidade que jamais deveriam ser libertos.Seria o mesmo dizer que tudo de desviou do erário em benefício próprio não valeu, e que agora tem carta branca de fazê-lo novamente de forma legal.

Yochiharu Outuki (engenheiro agrônomo) - Itambaracá

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