Para que a humanidade pudesse usufruir da ressonância magnética, da ''Monalisa'' de Da Vinci, da filosofia de Sócrates e da arquitetura do Maracanã, foi preciso que o homem, primeiramente, agisse como uma criança insistente. ''Como ocorrem as propriedades da luz?''; ''Como, matematicamente, posso atingir a proporção aúrea nas pinturas?''; ''Há possibilidade de se buscar a verdade internamente?''; ''Que forma geométrica se deve adotar para construir um estádio de futebol?'' Essas questões, relacionadas respectivamente com as criações citadas, vieram à tona quando os indivíduos decidiram não mais se submeterem a dogmas impostos pela tradição. Como resultado, o ser humano explorou suas habilidades intelectuais, tornando-se o protagonista da evolução do mundo. Louvada seja a criança dentro de nós, cuja curiosidade em compreender é responsável pelo nosso amadurecimento e, consequentemente, pelo progresso do mundo. Que 2005 seja, com isso, um ano de descobertas sob a óptica inocente e reveladora de um pequeno aprendiz pueril!
Carlos Eduardo Bobroff da Rocha, estudante, Londrina

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