Carta Reeileição do Presidente

Lembramo-nos, que houve uma conspiração, dentro e fora do seu partido político; para assassinar o presidente Lincon. Um dos motivos era: “vivo, ele perpetuaria no cargo, porque era muito popular, e, ganharia em todas as eleições presidenciais”. Daí, tanto para esquerda quanto direita, havia real interesse em matá-lo. “Um e outro juntaram-se para reforçar esta conspiração”.

Os conspiradores, comiam, bebiam e dormiam em uma pequena casa de pensão de certa mulher pobre que sustentava seus três filhos - um dos quais acabou aliciado pelos comparsas. Os criminosos escondiam materiais embaixo da cama. Depois que o filho dela ficou preso; os policiais foram diretamente ao quarto, e pegaram tais materiais que incriminariam a mulher como uma cúmplice. Aliás, como líder da quadrilha. Já que os policiais estevam propensão em dizer: “aqui estão provas do crime”. Até que seu advogado conseguiu um bom prazo para defendê-la. Mas tal prazo foi cassado por próprio novo presidente da República. E a mulher que nem sabia, quem era Lincon, morreu enforcada. O caso do presidente Kennedy seria quase a mesma coisa; Seu irmão Bob ou Robert Kennedy queria ser presidente e, esclarecer o fato e, punir o culpado. No entanto, na plena campanha presidencial, ele também morreu atingido por uma bala. Ora, então, se tivesse uma lei que contradiz sobre a reeleição nos EUA. Não teriam morrido tanto Lincon quanto Kennedy. No Brasil depois desta lei de reeleição, ninguém morreu assassinado. Contudo cuja reeleição proporcionou ao governo ter mais liberdade para ampliar o benefício ao seu grupo e também em si mesmo.

Osamu Arazawa

***

Carta foi lida durante colação de grau da Unespar: esperança e luta

Acompanhe trechos da carta escrita por Sayonara Doraci da Silva e lida pela professora Carine Maria Senger durante a solenidade de formatura, no dia 27 de fevereiro.

“Formo-me hoje, mas não posso subir ao palco. Enquanto celebramos o fim de um ciclo acadêmico, eu enfrento o auge de um ciclo de injustiça. Não estou aí porque o homem que tentou apagar a minha luz e a vida do meu filho caminha livre. Minha ausência nesta festa não é uma escolha; é reflexo da falha de um sistema que ainda obriga a vítima a se esconder enquanto o agressor desfruta da liberdade.

Mas quero que saibam: ele não venceu.

Este diploma que carrega o meu nome é a prova de que, mesmo sob a sombra do medo e da violência, eu não parei. Estudei entre medos e traumas. Escrevi trabalhos enquanto protegia meus filhos. Persisti quando o mundo me dizia que bastava apenas sobreviver.

Aos meus colegas, peço que celebrem também por mim. Que o meu lugar vazio hoje - representado pela professora Carine - sirva de lembrança de que a nossa profissão deve ajudar a construir um mundo onde nenhuma mulher precise faltar à própria vitória para garantir o direito de continuar viva.”

Sayora Doraci da Silva

***

Programas de habilitação popular

Curitiba não tem projetos de aluguéis sociais, para pessoas em situação vulnerável e de rua.

Até meses atrás, a prefeitura de Curitiba anunciou um projeto similar num prédio abandonado e em estado deplorável de conservação localizado na Rua Cruz Machado, esquina com Praça Tiradentes, centro, mas, ninguém sabe porquê, o poder municipal desistiu da ideia de implantar esse projeto. O prédio de três andares, se corroendo ao tempo, continua sem qualquer função social, isso numa capital, onde tem aumentado consideravelmente o número de pessoas em situação de rua. O que o poder público pode fazer para que este tipo de projeto de suma importância possa ser adotado em Curitiba?? Será que falta responsabilidade social por parte dos gestores públicos municipais, e também do Estado do Paraná??

Célio Borba


OPINIÃO DO LEITOR

Opinião do Leitor é uma seção diária, no impresso e digital, que publica artigo dos leitores e assinantes da FOLHA

Os artigos, cartas e comentários publicados não refletem, necessariamente, a opinião da Folha de Londrina, que os reproduz em exercício da sua atividade jornalística e diante da liberdade de expressão e comunicação que lhes são inerentes.

COMO PARTICIPAR| Os artigos devem conter dados do autor e ter no máximo 3.800 caracteres e no mínimo 1.500 caracteres. As cartas devem ter no máximo 700 caracteres e vir acompanhadas de nome completo, RG, endereço, cidade, telefone e profissão ou ocupação.| As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. | ENVIE PARA [email protected]

ÚLTIMAS NOTÍCIAS| Acompanhe as notícias de Londrina e região no canal da Folha de Londrina no WhatsApp

https://whatsapp.com/channel/0029Va8N2DN84Om5Akznga0h

mockup