Carta aberta ao senador Oriovisto Guimarães
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 10 de setembro de 2020
null 
Prezado Senador,
É muito gratificante quando um servidor público presta contas de suas atividades que, sempre é bom lembrar, são pagas com o trabalho da sociedade. Em se tratando de um senador da República, mais ainda por trazer a público um pouco do que se passa no legislativo federal e, nesse caso, temas relevantes como o conceito de democracia na reeleição do comando da Câmara e Senado federais, a prisão em segunda instância e o fim do foro privilegiado. Aliás, o ponto central nessas questões é a democracia que deve ser reinventada pois, a representativa está tão viciada, obsoleta e reduzida a oportunismos justificando o que Millor Fernandes já dizia: “Democracia é quando eu mando em você e ditadura é quando você manda em mim”. Voto sempre pela renovação e me parece que dessa vez acertei.
Assim, esperamos novas “cartas abertas” com informações de interesse dos brasileiros como os conflitos de interesse no Congresso Nacional nos projetos de Reforma Tributária, Reforma Administrativa e políticas públicas. A pergunta que fica para reforçar a questão da falência da democracia é: como é possível pessoas eleitas pelo povo decidirem tudo contra o povo, favorecendo o crescimento da desigualdade com todas suas consequências que a pandemia apenas da mais visibilidade.
Antonio Carlos Rodrigues da Silva (engenheiro agrônomo) Londrina
Um senador de respeito
Quero parabenizar o senador Oriovisto Guimarães pela correspondência encaminhada ao atual presidente do Senado, publicada no Espaço Aberto do dia 09/09/2020 e, seguramente, também encaminhada a todas as mídias do Brasil, tanto físicas quanto virtuais. Tenho a satisfação de saber que o meu voto, quase dois anos atrás, foi concedido à pessoa certa. E feliz em ver que o Paraná possui um senador de quem pode se orgulhar.
Nina Cardoso (psicóloga) Londrina
MEMÓRIA
10 de setembro de 2015
Formação de vereadores "patina" no Paraná
Parecer, decoro parlamentar, emenda, substitutivos, minuta, resoluções e improbidade administrativa são alguns dos termos que fazem parte da rotina de quem ocupa um cargo no Legislativo. Embora a compreensão integral das expressões faça toda a diferença na hora de definir um voto ou se posicionar em um discurso no plenário, na maioria das vezes os eleitos vão se acostumando com o vocabulário político apenas durante o mandato, o que pode comprometer a atuação parlamentar. A Constituição Federal determina que União e estados mantenham escolas ou façam parcerias em favor dos municípios para a “formação e o aperfeiçoamento dos servidores públicos”. Neste quesito o Paraná é um dos estados mais atrasados do País, onde apenas as câmaras de Toledo (Oeste) e Palmeira (Centro-Oriental) executam o programa Escola do Legislativo.


