CARTAS - QUINTA 22 DE JULHO -

Carta aberta a Londrina


CARTAS 22 DE JULHO QUINTA
CARTAS 22 DE JULHO QUINTA

 

Carta aberta a Londrina
Gustavo Carneiro/14-05-2021
 


Conheço Londrina há um bom tempo e a considero a capital do Norte Pioneiro! É aí que minhas duas filhas estudam. Uma delas se graduou em Medicina pela UEL e a outra busca vaga nessa área. Gostaria de compartilhar com os londrinenses a pujança dessa cidade maravilhosa. Com certeza, cada londrinense carrega dentro do coração o orgulho de pertencer a Londrina.  Praticamente uma metrópole que congrega uma região vasta, seja na área médica, educação, e complementando com a diversidade de serviços que um grande centro deve oferecer aos usuários. Por outro lado, estamos vislumbrando que, se não for feito algo a curto prazo, vamos perder o  posto de segunda maior cidade do Paraná, pois Ponta Grossa e Maringá estão com uma proposta agregadora de empregos e investimentos sólidos. Londrina precisa acordar para nova realidade, precisa modernizar-se, fazer menos política e trabalhar o essencial: a melhoria de seu povo, atraindo cada vez mais investimentos sólidos que gerem empregos essenciais para mudança da renda per capita. Por que será que Londrina ainda não conseguiu atrair nenhuma montadora de automóvel? Junto com essa empresa agregaria a vinda das fábricas de autopeças e poderia gerar empregos aos milhares. E mais, poderiam ser centro de excelência nas indústrias de aparelhagem médica, farmacêutica avançada, da construção civil, e não importadora desses itens. Outro problema que está se tornando cruel, e todos sabem, é o trânsito: fica impossível, nos horários de pico, transitar pelas principais avenidas. O engarrafamento monumental de suas vias precisa melhorar. O que está acontecendo com nossa querida Londrina? Por que os investimentos não desembarcam aqui? Qual é o paradigma que impede o desenvolvimento de nossa cidade? É uma questão que todo londrinense deveria questionar, pois o desenvolvimento de sua cidade também é o bem seu e de seus filhos e netos e gerações posteriores.

Yochiharu Outuki (engenheiro agrônomo) - Itambaracá 



"Bandido bom é bandido morto?"

Com relação ao artigo "Bandido bom é bandido morto?" (Espaço Aberto, 21/07), o diácono Caio M.  C. da Silva é muito enfático na  defesa do “monstro” Lázaro, condenado por assalto, assassinato e estupro de várias pessoas inocentes. Não que eu seja a favor de como Lázaro foi morto, jamais. Mas o sr. queria que ele matasse mais alguns policiais e civis para que fosse morto pela polícia? Se fosse comentar suas narrativas em defesa de Lázaro, não haveria espaço suficiente nessa mídia. Então, só um adendo a uma de suas afirmações: Lastimável, sr. Caio, foi assistir na mídia nacional as manchetes de Lázaro invadindo um sítio em Ceilândia e matando a sangue frio um trabalhador inocente de 48 anos, o filho de 21 e outro filho de 15 anos. Isso foi terrível e lastimável mesmo!

Antônio Carlos Pescador (autônomo) - Londrina 



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