Cargo é visto pelos políticos como acessório
Curitiba O cargo de vice é encarado no meio político como uma função acessória, para substituir o governador em caso de necessidade, como viagens ao exterior ou em casos de licença médica. Por isso, precisa ser alguém de confiança do titular do cargo.
A Constituição Estadual, no artigo 85, reproduz o que diz a Constituição Federal. Prevê como atribuição do vice-governador assumir o governo em caso de impedimento do titular do cargo. O vice é eleito para um mandato de quatro anos, junto com o governador de Estado. Ambos podem ser reeleitos para apenas mais um mandato.
O vice pode assumir uma secretaria de Estado, se quiser, além de ser destacado pelo governador para representar o Estado em missões oficiais. Na prática, o vice pode ainda servir como ponte entre as prefeituras e as secretarias de Estado.
Ao assumir o governo, o vice incorpora todas as funções do governador previstas na Constituição, ficando responsável pela sanção ou veto de projetos, nomeação ou exoneração de secretários, prestar contas anualmente à Assembléia Legislativa, prestar informações solicitadas pelos poderes Legislativo e Judiciário, autorizar convênios, entre outras. (M.D.)





