Calcanhar de Aquiles e queimadas
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terça-feira, 27 de agosto de 2019
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Calcanhar de Aquiles
As esperanças de um Brasil menos corrupto começam a ruir. Para salvar o filho-senador denunciado por corrupção, Jair Bolsonaro ficou refém do bando de corruptos ainda instalado nos altos escalões da República. Desfigurando o Coaf, intervindo no comando da Polícia Federal e minando a autoridade de Sergio Moro, o presidente faz exatamente o jogo daqueles que sempre jogaram em favor da corrupção. Se não vetar integralmente a Lei de Abuso de Autoridade, a credibilidade do seu governo ficará seriamente comprometida e ocorrerá aqui com a Lava Jato o triste e lamentável ocaso da Operação Mãos Limpas na Itália. Não nos resta dúvida alguma que a eleição de Bolsonaro foi histórica porque tirou o País das mãos dos maiores corruptos que já tivemos conhecimento e que nos governaram nos últimos 16 anos. Todavia, eleito sob a égide e bastião da anticorrupção e contando no ministério da Justiça com a seriedade de um verdadeiro herói na caça de corruptos, é preciso que ele não permita que se jogue a sujeira para debaixo do seu próprio tapete.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) – Londrina
Queimadas no Brasil
Vamos parar de hipocrisia, esses países europeus não estão nem aí com a floresta amazônica. Querem na verdade as riquezas que lá temos e são do Brasil. Atores, artistas e até jogadores de futebol mundo afora criticando sem conhecimento de causa. Para quem não sabe, o verdadeiro pulmão do mundo são as algas marinhas que produzem mais oxigênio pela fotossíntese do que precisam na respiração. Já a Amazônia libera menos oxigênio para a atmosfera, pois a maior parte do gás produzido é consumido pela própria floresta. Isso é coisa de ONGs, Sindicatos e PT, inconformados com o fim da “Teta” que mamaram por quase duas décadas liderado pelo presidiário Lula.
ANTÔNIO CARLOS PESCADOR (autônomo) – Londrina


