'Brasil tem que ser conhecido como país da Justiça'
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sábado, 20 de outubro de 2012
Redação FolhaWeb 
Uma campanha nacional organizada pela União em Defesa das Vítimas de Violência (UDVV) denominada ''Pelo Fim da Impunidade'', defende a adoção de penalidades mais rígidas para os crimes contra a vida. O movimento quer o aumento do período máximo de prisão de 30 para 50 anos, alteração da pena mínima para crime de homicídio simples de seis para 10 anos, a elevação do tempo para progressão de penas, entre outras reivindicações.
O coordenador da UDVV, Roberto Sekiya, defende em entrevista à FOLHA que o Brasil tem que ser conhecido como o País da justiça e não da impunidade e que o aumento da pena para crimes hediondos é um anseio da sociedade. ''Não podemos mais tolerar 100 mil homicídios por ano no País'', enfatiza.
O objetivo da campanha é conseguir 100 mil assinaturas em todo o Brasil e entregar o abaixo-assinado ao Senado e à Câmara dos Deputados, com o objetivo de sensibilizar os parlamentares para que sejam promovidos ajustes na nova proposta do Código Penal, que está em análise no Congresso Nacional. Em três semanas, o movimento já recolheu 15 mil assinaturas. O abaixo-assinado está disponível no site www.pelofimdaimpunidade.com.br.
Confira a entrevista completa em conteúdo exclusivo para assinantes da FOLHA.


