O empate por 1 a 1 com a Suí­ça, em Rostov, foi fru­to de um pri­mei­ro tem­po no qu­al o ti­me na­ci­o­nal exi­biu bom fu­te­bol, mas tam­bém em que apre­sen­tou na eta­pa fi­nal um de­sem­pe­nho er­ran­te. Des­de 1978 a se­le­ção não co­me­ça­va um Mun­di­al sem vi­tó­ria.

A es­pe­ra­da es­treia do Bra­sil na Copa do Mun­do da Rús­sia fi­cou abai­xo do es­pe­ra­do. O empate por 1 a 1 com a Suí­ça, em Rostov, foi fru­to de um pri­mei­ro tem­po no qu­al o ti­me na­ci­o­nal exi­biu bom fu­te­bol, to­que de bo­la, de­mons­tra­ções de ta­len­to, mas tam­bém em que apre­sen­tou na eta­pa fi­nal um de­sem­pe­nho er­ran­te, de fa­lhas na de­fe­sa e fal­ta de cri­a­ti­vi­da­de. Des­de 1978 a se­le­ção não co­me­ça­va um Mun­di­al sem vi­tó­ria.

O pla­car igual em Rostov dei­xa li­ções pa­ra o pró­xi­mo com­pro­mis­so na Copa, con­tra a Cos­ta Ri­ca, sex­ta-fei­ra (22), em São Pe­ters­bur­go. Ney­mar e Ga­brel Je­sus so­fre­ram com a mar­ca­ção ad­ver­sá­ria e pou­co pro­du­zi­ram.

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