Na medida do possível, com pouco tempo decorrido, Bolsonaro vem envidando esforços no sentido de cumprir os compromissos de campanha. Alguns já concretizados, outros devidamente planejados, sendo oportuno salientar: 1) ministério competente; 2) preservação da soberania nacional; 3) combate ao crime organizado; 4) igualdade, com o fim das cotas: 5) resgate da ética, moral, decência, dignidade e honestidade na administração pública federal; 6) limpeza ideológica nas universidades; 7) reforma previdenciária e tributária; 8) construção de rodovias e ferrovias. Certamente pode contar com os brasileiros da bandeira verde e amarela na condução da máquina pública federal. Contrariando todas as suas atitudes e decisões, temos o STF, a OAB/Federal, a UNE, o MST, a CUT, a CNBB, a mídia global, o PT e seus penduricalhos. Longe de ser um estadista, o chefe do Poder Executivo, não leva desaforo para casa. A sua tarefa de reconstrução nacional é hercúlea e heroica. Um longo caminho ainda a ser percorrido, promete “ordem e progresso”. Avante capitão!

ROBERTO DELALIBERA, bacharel em Direito (Londrina)


Decisões equivocadas

O governo do Paraná confirmou três mil vagas no sistema prisional, conforme manchete divulgada em jornais, no dia 19 de setembro. A meu ver, ao invés de presídios, a população precisa é de hospitais, com funcionários capacitados, equipamentos modernos e, sobretudo, que ofereçam atendimento digno. Bandidos não precisam de conforto, eles sabem que, se forem presos, as cadeias estão lotadas e eles ficarão espremidos nas celas, portanto, a melhor opção é trabalhar e não cometer crimes. Esta gestão mal começou e caminha do lado contrário da população, com corte de licença prêmio de servidores, construção de presídios ao invés de hospitais, corte de secretarias de governo com aumento das despesas nas que restaram, criação de quarenta cargos comissionados na Casa Civil, corte de verbas para as universidades, gastos com propaganda, entre outros. E ainda faltam três anos para findar este governo, imagine o que está por vir!

ROBERTO ANTONIO DE CARVALHO, aposentado (Londrina)

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