Bibliotecas

A biblioteca pública, instituição social por excelência, responsável pela organização e preservação dos registros do conhecimento e a memória local, foi ao longo do tempo ampliando e transformando suas funções e missão na sociedade. Na sociedade contemporânea seu objetivo maior é democratizar o acesso à informação em todos os níveis e formatos. A pós-modernidade exige que as bibliotecas sejam equipamentos culturais vivos, dinâmicos e interativos. Para isso, é necessário um planejamento estratégico e ações de mediação literária e cultural que vão ao encontro das necessidades reais e potenciais de nossos leitores. No entanto, neste século 21, as bibliotecas públicas precisam do apoio político que reconheça o seu importante papel no acesso à informação e à memória local, disseminada das diversas formas como oficinas de contação de histórias e cursos de inclusão digital. Profissionais da informação realizam grande esforço para manterem as bibliotecas abertas, mas faltam servidores, acervo atualizado e diversificado, material para o desenvolvimento das ações e equipamentos. Para ofertarmos serviços e produtos de qualidade, necessitamos de investimento.

LEDA MARIA ARAÚJO, diretora do Sistema de Bibliotecas da Secretaria Municipal de Cultura - Londrina

Hauly

Gostaria de parabenizar o ex-deputado federal Luiz Carlos Hauly pela PEC da reforma tributária, cujo resumo foi publicado na FOLHA (Economia&Negócios, 20/8). Sem dúvida, uma reforma que atende diretamente aos interesses da população em geral, mormente aquela de menor renda. Além de destravar grande parte da economia enredada num labirinto de impostos (alguns absurdos) e que infernizam o cidadão todos os dias. Um dos parlamentares mais respeitados em Brasília e autor de um grande número de leis de cunho social, e ajudas inumeráveis a Londrina, mesmo com a incrível injustiça de nunca ter sido eleito prefeito. O que é, sem dúvida, uma enorme pena. Parabéns, Hauly! Você e o senador Álvaro Dias nos dão muito orgulho.

PAULO ANDRÉ CHENSO (médico) - Londrina

Esclarecimento

Em relação à matéria "Nas Federais, alunos vivem incerteza com bloqueio de verba" (Geral, 22/08), o IFPR Campus Astorga esclarece que não são professores e servidores que realizam a vigilância do campus, uma vez que a afirmação do professor Jayme Marrone fazia referência à falta de vigilância armada durante o dia. Segundo o instituto, o serviço está mantido nos períodos da noite e nos finais de semana, e durante o dia o vigia foi substituído por um funcionário terceirizado que atua como porteiro e também foi realizada contratação de vigilância monitorizada. Quanto às despesas com água, luz e telefone, os últimos repasses do governo federal e o retorno dos recursos do Fundo de Desenvolvimento Institucional asseguraram o pagamento dessas despesas até dezembro.

mockup