Bem-estar animal
O bem-estar de um animal é definido por seu estado físico e psicológico e as condições em que vive. Avalia-se o bem-estar dos animais de acordo com os critérios das Cinco Liberdades, que determinam que os animais têm o direito de viver:
1. Livres de fome e sede.
2. Livres de desconforto.
3. Livres de dor, ferimentos e doenças.
4. Livres de medo e angústia.
5. Livres para expressar seu comportamento natural.
Sendo assim, e de acordo com esses critérios, o confinamento, a exibição e a performance de animais para fins comerciais e/ou entretenimento dos humanos fere os princípios de bem-estar animal. Engana-se quem pensa que os animais silvestres mantidos em cativeiro estão bem por estarem bem cuidados e bem alimentados. Para o animal silvestre, ele está sendo privado de seu maior dom: a liberdade. Privar um animal silvestre de sua liberdade é o mesmo que privá-lo de viver sua própria vida, sua essência, sua natureza.
Os animais têm naturezas, instintos e interesses biologicamente determinados e são sensíveis à dor e ao sofrimento. Desta forma, cada animal em si tem seu valor intrínseco e cabe ao homem zelar pelo respeito e pela proteção de seu bem-estar. Eles devem ter o direito de viver livres de sofrimento desnecessário causado por ação humana, em vez de serem usados como matéria-prima para o benefício da humanidade.
Todos os animais mantidos ou supervisionados por humanos devem ser mantidos em condições apropriadas às suas espécies. Mais ainda, quando as necessidades fisiológicas e comportamentais de uma espécie não puderem ser atendidas, ela não deve ser mantida pelo homem. Sempre que o bem-estar de um animal sob supervisão humana estiver em questão, o animal deve ser beneficiado pela dúvida. Além disso, os diferentes propósitos para os quais os animais são usados devem ser regularmente reavaliados.
Pense nisto: se você gosta de ver animais silvestres, deveria gostar de vê-los livres e não presos em jaulas, fazendo truques ou posando para fotos.





