Para o basquete nacional voltar a experimentar os resultados de pódios, seja no continente ou em âmbito mundial, são necessárias duas ações. A primeira refere-se à estruturação, que deve vir desde a Confederação até sua base, nas cidades.
Para chegar à uma seleção, todos os atletas devem ser trabalhados da mesma forma para facilitar a vida do técnico, seja ele estrangeiro ou brasileiro. Se analisarmos nossos títulos mundiais, tanto no basquete masculino, como no feminino, teremos a certeza: houve esse trabalho.
O outro passo, que vale tanto para o basquete quanto para as demais práticas esportivas, é a adesão do empresariado. Algumas prefeituras, como a de Londrina, apóiam a Lei de Incentivo ao Esporte, mas sinto que o empresariado ainda não ''vestiu'' a camisa como deveria.

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