Bandeira do Brasil
PUBLICAÇÃO
domingo, 21 de junho de 2020
Equipe FOLHA 
Li a matéria de hoje, 20/06/20 - "Lábaro que ostentas estrelado" e quero fazer uma observação a respeito. Quem arranca de um mastro, rasga e incendeia uma bandeira, seja ela símbolo do que for, não pode, depois, querer usá-la, falseando sua simbologia básica, tentando passar-se pelo que não é e nunca será apenas com a finalidade de confundir opiniões. Muitos estão fazendo isso, hoje, no Brasil, enxovalhando uma bandeira que é reconhecida, internacionalmente, como uma das mais belas. Fiquem com as suas bandeiras, vocês as escolheram faz muito tempo. Respeitem um dos símbolos nacionais e que ela seja usada, apenas, por quem realmente, ama o Brasil!
Nina Cardoso (psicóloga) Londrina
Eleições
Infelizmente, as eleições deste ano foram confirmadas! Essa decisão demonstra que os interesses políticos se sobrepõem aos interesses da população. Num momento que falta verba para que possamos ter uma estrutura melhor para amenizar o sofrimento da população, com menos pessoas infectadas e mortas e todo o foco direcionado à COVID-19, recebemos esse balde de água fria, ou seja, a confirmação das eleições. Os responsáveis pela definição das eleições neste ano de pandemia deverão ser responsabilizados pelos resultados negativos que advirão.
Adoniro Prieto Mathias (contabilista) Londrina
MEMÓRIA
22 de junho de 2017
O alicerce do mercado da construção
O segmento de construção de edifícios se manteve como o que mais contribuiu para o valor corrente das incorporações, obras e serviços realizados pelas empresas do setor, com R$ 165,7 bilhões, ou 46,7% do total em 2015. Os dados foram anunciados nesta quarta-feira, 21, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que divulgou a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) referente a 2015. O valor das incorporações, obras e serviços realizados pelas empresas de construção somaram R$ 354,4 bilhões em 2015, queda de 16,5% em termos reais na comparação com o ano anterior.
No mesmo período, a receita operacional líquida do setor recuou, também em termos reais, 18,7%, para R$ 323,9 bilhões.
A pesquisa mostra ainda que, excluindo as incorporações, o valor das obras e serviços realizados pela indústria da construção atingiu R$ 337,9 bilhões. Deste montante, R$ 103,5 bilhões vieram das obras contratadas por entidades públicas, que representaram 30,6% do total da construção - patamar superior ao verificado em 2014, quando ficou em 33,9%.
Em seguida, vêm obras de infraestrutura, com fatia de 33,9% em 2015, equivalente a R$ 119,9 bilhões. A fatia é inferior ao padrão de 2013 (40,2%) e 2014 (38,3%), quando os efeitos da Operação Lava Jato e da recessão ainda não tinham atingido em cheio o setor da construção.


