Autonomia das escolas públicas
Concederia autonomia aos diretores de escolas públicas, que precisam ter poder para gerenciar a sua empresa, que muitas vezes é uma escola com milhares de alunos. Atualmente, o diretor não pode fazer nada: ele não contrata o professor, não demite, não pode suspender, não escolhe os livros, quem faz a manutenção, enfim, não escolhe nada.
A escola fundamental ou ensino básico, como chamamos no Brasil, carece de autoridade e de gestão. Outro fator a ser resgatado nos colégios é a disciplina. Hoje, em função do Estatuto da Criança e do Adolescente, não se pode fazer nada com o adolescente, tudo complica.
Diante disso, é importante reestabelecer o princípio da autoridade nas escolas. Não para punir, mas para educar. E os diretores de colégios e escolas públicas deveriam ter autonomia: universidades e colégios não são partidos políticos e não podem ser regidos pelos princípios de democracia, porque há objetivos a serem alcançados.





