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Londrina

EDITORIAL

m de leitura Atualizado em 05/07/2022, 00:05

Aumento da intenção de consumo

PUBLICAÇÃO
terça-feira, 05 de julho de 2022

Folha de Londrina
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O IPC (Índice de Potencial de Consumo) é um indicador que aponta quanto dinheiro cada família de um determinado local tem para gastar com cada categoria específica de despesa durante o ano. Não representa, necessariamente, o valor que será gasto em produtos de higiene, alimentos, bebidas, lazer, entre outros. 

No Paraná, Londrina é a segunda cidade com maior índice, de acordo com a pesquisa IPC Maps dos municípios brasileiros, realizado pela IPC Marketing Editora. De 2021 para este ano, o potencial de consumo dos londrinenses cresceu perto de 23%, passando de R$ 18 bilhões para R$ 22 bilhões no período. Em termos reais, descontada a inflação, o crescimento foi menor, mas expressivo, de 10,57%. 

Londrina subiu quatro posições no ranking nacional e agora ocupa o 31º posto na lista. A maior fatia de gastos é com habitação, seguido por veículo próprio e alimentação no domicílio.  

O indicador mede ainda itens como bebidas, calçados, vestuário, móveis, eletrodomésticos, planos de saúde e educação e engloba tanto a população da zona urbana quanto da rural. No total, são analisadas 22 categorias.   

Um recorte importante feito pela pesquisa diz respeito ao consumo de acordo com cada classe econômica. Os números revelam uma migração social positiva em Londrina, com aumento da quantidade de famílias nas classes A, B e C e queda na classe D/E. 

Para o economista Marcos Rambalducci, o dado positivo é fruto da recuperação da economia de Londrina entre 2021 e 2022. De um ano para outro, o percentual de londrinenses na classe A subiu de 3,1% para 3,7%; na classe B, o aumento foi de 26,6% para 27,9%; na classe C, houve uma modesta queda de 52,2% para 52,1%. Já na classe D/E caiu de 18,1% para 16,3%. “Os dados apontam para uma situação de bastante recuperação da nossa economia entre 2021 e 2022”, comentou. 

Responsável pelo IPC Maps, Marcos Pazzini destacou que as cidades do interior costumam sair mais rapidamente das crises. “No Brasil, tivemos o fechamento de quase 1,2 milhão de empresas. Em Londrina, 612 empresas a mais se instalaram. No setor de serviços, o município tem 2.452 unidades. Serviços têm uma participação importante na geração de empregos”, ressaltou.   

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