Auditoria nos pedágios
Não seria um presidente à la Hugo Chávez. Imaginaria o Brasil como uma empresa, pondo fim à moleza que traz a máquina pública como cabide de emprego.
Governaria o Brasil para o povo e me candidataria sem objetivar remuneração. Ora, se é ''para o povo'', por que receber valores astronômicos? Em minha empresa, por exemplo, a mão-de-obra, que é a força-motriz, não consome mais que 20% do orçamento. Educação, segurança e saúde seriam minhas prioridades.
Além de verificar a aplicação de tais quantias, atualmente se esvaindo pelo ralo, promoveria uma auditoria no sistema de pedágios. Hoje, paga-se taxas altíssimas para ''talvez'' se ter estradas boas. E estradas em boas condições são obrigação do Governo.





