Até no agronegócio
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 29 de maio de 2019
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Londrina não possui indústrias que gerem empregos, politicamente tem diversas personagens envolvidas em escândalos, despesas com vereadores parados e agora no Agronegócio estamos nos destacando negativamente em mais uma fonte de riqueza. A soja de Londrina e região deve estar contaminada, com sua qualidade comprometida ou os negociadores locais são de péssima qualidade. Em inúmeras regiões do Estado, e até em outras regiões mais distantes, o preço do soja já ultrapassou a barreira dos R$70,00 há muito tempo e nós quando muito chegamos a R$ 69,50. Diferenças de até R$ 11,50 entre Londrina e o Porto de Paranaguá se repetiram em vários momentos e isso é muito mais que o frete, como afirmam, isso é assalto aos produtores. Essa diferença penaliza a categoria no preço de seus produtos estocados (receita da safra passada) e na troca dos insumos da próxima safra, estamos em um cenário pior que muitas outras regiões. Essa diferença entre o preço local e o porto de quase 11,5% nos impede inclusive de se defender via BMF com contratos futuros e ou PUTs das commodities.
O Sindicato Rural Patronal e a Sociedade Rural precisam interferir no sentido de nos igualar a outras praças ou então criar um movimento para entregarmos nossa produção fora de Londrina para forçarmos uma melhora.
PAULO M. ACQUAROLE, aposentado (Londrina)
CUMPRIMENTOS
Parabéns ao Sr. Sebastião Calmezin pelo texto publicado no último dia 25 nesta seção. Completo e maravilhoso. Saber quem somos e nos aceitarmos como aquilo que realmente somos, sem os envelopamentos que a sociedade nos impõe, é um exercício constante e árduo, mas extremamente gratificante.
NINA GRAÇA CARDOSO, psicóloga (Londrina)


