Ao contrário do que muitos pensam, os serial killers não estão apenas nos Estados Unidos. Eles estão presentes em todos os países, inclusive no Brasil, e muitas vezes passam despercebidos entre nós. Identificá-los previamente ou até mesmo se precaver de suas investidas, no entanto, é uma missão impossível. Quem garante é a criminóloga Ilana Casoy, que desde 1998 se dedica ao estudo de crimes violentos e auxilia a Polícia Técnica Científica e o Ministério Público do País em investigações.

A especialista ressalta, no entanto, que um trabalho preventivo, social e educacional é a melhor fórmula contra a criminalidade em geral. ''Isso não deve ser feito apenas em função dos serial killers. Por todos os motivos do mundo um país deve investir na sua educação, na sua sociedade. O fator de maior importância hoje para a criminalidade aumentar é a exclusão. Na medida que o Estado e a sociedade incluírem os jovens, menos eles vão se desgarrar'', ensina.

Autora de obras como ''Serial Killer - Louco ou Cruel?'', ''Quinto Mandamento - Caso de Polícia'', ''Serial Killers - Made in Brasil'' e ''A prova é a testemunha'', Ilana Casoy esteve na segunda-feira em Londrina para fazer a palestra de abertura do 1º Workshop em Ciência Forense do Paraná e da 17 Semana da Física da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Na ocasião, concedeu a seguinte entrevista à FOLHA.

Leia e ouça a entrevista completa em conteúdo exclusivo para assinantes da FOLHA.

mockup