Era assim que alguns motoristas londrinenses davam um trato em seus carros até algumas décadas atrás. A prática, ambientalmente incorreta, era feita abaixo da barragem do Lago Igapó. A água farta e poluída ajudava a tirar a poeira e o barro acumulados dos veículos, mas também jogava resíduos de combustível e sujeira no Rio Cambé que mais à frente forma o lago do Parque Arthur Thomas. O antigo costume foi coibido após a conscientização ecológica na década de 90, mas a poluição ainda enfeia o principal cartão postal de Londrina.

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