ARQUIVO FOLHA
Londrina, década de 50. As plataformas de embarque e desembarque da Rodoviária estão tomadas pelos ônibus. A cena revela como era intensa a chegada de imigrantes na cidade. Atraídas pela riqueza do café, milhares de pessoas de várias partes do País e do mundo aportavam na então Capital Mundial do Café. Construído em 1952, o prédio serviu como terminal rodoviário até 1988. Por seu significado histórico - leva assinatura do renomado arquiteto João Batista Villanova Artigas -, foi tombado pelo Patrimônio Histórico do Estado e abriga desde 1993 o Museu de Arte de Londrina.





