Londrina, 1938. Recém-emancipada de Jataizinho quatro anos antes, a então futura Capital Mundial do Café exibia um forte agloremado urbano. As ruas abertas na densa mata norte-paranaense logo foram tomadas por casas e o comércio. A Avenida Paraná ainda ostentava o chão batido do solo pé-vermelho. Na esquina da Avenida Rio Janeiro, a tradicional Casas Pernambucanas já se fazia presente. A área da praça Marechal Floriano Peixoto ainda sem urbanização, ganharia anos depois um formato que remeteria à bandeira inglesa.

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