ARQUIVO FOLHA
A reportagem da Folha atestava em 1981: Elis Regina estava de bem com a vida. A cantora parecia ter superado a fase mais difícil da separação do marido César Camargo Mariano e fazia grande sucesso com o show Trem Azul. ''O palco é a minha grande psicanálise, o meu divã, a catarse total'', dizia ela. Em Londrina, para apresentação de seu show, a ''Pimentinha'' em nada lembrava a cantora ''irritadiça e antipática'' como parte da mídia a chamava. Foi descontraída e com a pequena Maria Rita, então com 4 anos, que Elis recebeu a reportagem da Folha antes de seu último show na cidade dia 17 de setembro de 1981. Quatro meses depois, em 19 de janeiro de 1982, Elis morreria em São Paulo após ingerir bebida alcoólica e drogas, deixando órfã sua grande legião de fãs.





