1985. O Grupo Proteu levava ao palco o primeiro trabalho de criação coletiva: a peça ''Bodas de Café''. A montagem abordava a colonização de Londrina atraída pela febre do ''ouro verde'' e o sonho de ficar rico. Nada escapou ao texto crítico do grupo: agricultores, comerciantes e, claro, as meretrizes e os picaretas. Com música de Arrigo Barnabé, a peça encenada no XVI Festival Universitário de Londrina é tida como um dos marcos da cena teatral londrinense.

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