Armas de fogo e desrespeito
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 27 de maio de 2019
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Armas de fogo
Quem é a favor de restituir o direito à legítima defesa? Quem votou para eleger o atual presidente Bolsonaro. Sentiram a necessidade de resgatar um direito republicano que fora usurpado por vários governos, com base em posição de esquerda. E se descobre que muitos desses que lutam contra a posse de arma vivem em condomínios com forte segurança e só trafegam ou circulam em carros blindados. O verdadeiro autor ou patrono-mor de desarmamento brasileiro é o ex-presidente FHC. Com todo respeito e convicção, digo, que se ele fosse um Deus, mandaria cortar chifre de todos búfalos. E bufando: “ se foram criados para morrer e fornecer a carne ao leão, então para que chifres?” A mulher indefensável que morre estuprada é quase mesma coisa que um búfalo de chifres cortados que morre na garra do leão.
OSAMU ARAZAWA (contador) - Londrina
Desrespeito
É um tremendo absurdo termos que aguentar os abusos de todas as formas possíveis, principalmente o barulho, cometidos pelos motoqueiros no país todo, sob o beneplácito das autoridades em geral. Essas autoridades deveriam colaborar mais, solicitando às montadoras que deixem de instalar esse tipo de escapamentos e abafadores nas motos. É inadmissível que crianças, idosos, escolas, hospitais, comércio etc tenham seus direitos jogados na lata do lixo pelas autoridades, que não colaboram com a população em geral.
JOSÉ ANISIO ZANETTI (aposentado) – Santo Antônio da Platina
Despropósito
Votei em Bolsonaro e torço pelo seu sucesso. Nem por isso vou deixar de criticá-lo quando toma decisões que entendo despropositadas. É inexplicável e inadmissível a sua atitude de relaxar a fiscalização do excesso de velocidade nas estradas. Tachar de armadilhas os radares móveis e falar em indústria das multas é de uma imprudência crucial, que desautoriza e desmoraliza o notável trabalho dos policiais rodoviários. É tudo que os loucos do volante e infratores contumazes querem ouvir. Nem mesmo nas seguras rodovias dos Estados Unidos e nas eficientes Autobahns alemãs os radares são dispensados. Afirmar que os índices de acidentes caíram no último feriadão, porque ele ordenou o desligamento de radares fixos, é inconsistente, incoerente e fruto da imprevisibilidade característica das suas declarações. O País precisa ser reorganizado com urgência. Não há tempo a perder com questiúnculas e nem mexer no que está funcionando. Esse tipo de assunto não pode tomar o precioso tempo de um presidente da República, porque é uma banalidade perto dos graves problemas que nos atormentam diariamente. O episódio me fez lembrar do ex-presidente Jânio Quadros tentando proibir brigas de galo e o uso de biquínis nas praias. Lamentável e deveras preocupante.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina


