A Argentina parecia querer ''entregar'' o jogo. Mas faltou combinar com o Brasil. Por isso, a primeira equipe a derrotar o time dos Estados Unidos sofreu no primeiro tempo da partida, mas se recuperou nos dois últimos quartos e, sem maiores problemas, venceu os brasileiros por 78 a 67 e, agora, enfrenta a Alemanha, do ala Dirk Nowitzki, na semifinais do Mundial masculino de basquete, disputado em Indianápolis, nos Estados Unidos.
A motivação que a comissão técnica brasileira esperava que o time adquirisse por enfrentar um arqui-rival não foi além da fase de ''hibernação'' dos portenhos que, desgastados pela inesquecível noite de quarta-feira - quando venceram os EUA -, começaram o jogo no mesmo nível que o Brasil, ou seja, errando muito. Agora, resta aos brasileiros a disputa pelo 5º lugar. A equipe de Hélio Rubens volta à quadra contra a Espanha, que venceu o Brasil sem maiores dificuldades na segunda fase, por 84 a 67.
Mesmo com o Brasil chegando a abrir seis pontos no início do terceiro período (39 a 33), os algozes do EUA apertaram a marcação, e contando com os já comuns erros brasileiros, viraram a partida para 44 a 39 em poucos minutos. No último quarto, os argentinos acordaram e não tiveram problemas para confirmar a vitória. Apenas um coisa foi comum aos períodos anteriores: a sucessão de erros do Brasil.

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