Antes do embarque, a preparação
Em fase inicial para a obtenção do visto de residente permanente, a jornalista de Brasília Ana Cristina Fabre, 27 anos, estará no Canadá em novembro próximo, se tudo conspirar a favor.
Os gastos não são poucos, mas Ana encara como o projeto de sua vida. Pensando nisso, embarca, em julho, para quatro meses de estudos na França, aprimorando o francês.
''Serão quatro semanas de curso intensivo que vão me custar, somando passagem, acomodação, alimentação e curso, cerca de R$ 10 mil. Quanto aos investimentos futuros, acredito que ainda tenha que gastar com mais aulas de francês e outras taxas para obtenção do visto. A reserva de dinheiro para os primeiros meses no Canadá e outras despesas, será, pelo menos, de R$ 15 mil'', afirma.
Segundo Ana Cristina, as intenções estão mais que determinadas, em se tratando do Canadá. ''Vou de mala e cuia, para trabalhar, formar família, viver como cidadã permanente. Embarco sozinha, mas conto com o apoio de minha família e de amigos. Estou em fase de pesquisas, mas planejo ganhar de 1,5 mil a 3 mil dólares canadenses ao mês''.
A avaliar os exemplos que a agente de imigração Soraia Tandel citou à reportagem da FOLHA, as expectativas da jornalista têm tudo para ser correspondidas. ''Um farmacêutico, químico ou matemático ganha cerca de 60 mil dólares canadenses ao ano. Economistas, administradores e assistentes sociais chegam aos 50 mil dólares canadenses por ano'', revela. (T.N.)





