Com a preocupação de que a arrecadação retorne aos municípios, a Associação dos Municípios do Médio Paranapanema (Amepar) saiu à frente da discussão e, caso a CPMF seja realmente colocada em pauta, vai apoiar um movimento nacional para a inversão da sigla ''CPMF se tornaria IMFS (Imposto sobre Movimentação Financeira para Saúde) para que as cidades possam ter participação na arrecadação nos mesmos moldes do FPM'', diz Almir Batista dos Santos, presidente da Amepar, que congrega 22 municípios do estado
Segundo ele, isso não significa apoiar o retorno da cobrança, mas caso venha a ser cogitada, que os municípios sejam ao menos beneficiados ''Apesar de gerar os tributos, os municípios não recebem nada de uma contribuição, não há partilha, tudo fica com a União Já com o imposto é diferente '' A perspectiva de arrecadação seria em torno de R$ 52 bilhões 23,5% desse total - cerca de R$ 12 bilhões - seriam investidos exclusivamente na saúde em todo país
Seguindo essa projeção, o município de Londrina teria quase R$ 10 milhões por ano ''Em Sabáudia, teríamos mais de 1 milhão ao ano Para o nosso orçamento, que é de 700 mil por mês, é um dinheiro que faria toda diferença'', diz que ele Da maneira que está é impossível o municipalismo ter vida própria '' (M T )

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