Alongamento para ficar livre da dor
A professora Rossana Lott Rodrigues, 45 anos, sofreu um desgate numa das vértebras causada por tensão e má postura. ''Sofri uma dor terrível. Não tinha posição nem para dormir'', ela lembra. O problema, segundo Rossana, veio se agravando ao longo dos anos, mas somente quando a dor se tornou insuportável ela procurou o tratamento.
Em mais de um ano foram várias sessões de RPG. Hoje a professora participa das aulas de alongamento. ''Quando cheguei aqui era travada. Não conseguia projetar o corpo para frente'', recorda, mostrando a capacidade de se alongar e livre das dores.
Também aluna de alongamento, a professora de educação física Maria Dolores Domit, 48 anos, que é conselheira tutelar, diz que ''o corpo pede'' esse tipo de atividade. Ela comenta que, por teimosia, passou por um tempo de sedentarismo. Depois, por causa de dores no ombro, ela procurou a clínica de fisioterapia. ''Hoje não perco o alongamento e relaxamento duas vezes por semana'', afirma.





